Barcos avisa que cobrará churrasco de Felipão se atingir meta de 27 gols no ano

Mesmo com a demissão do treinador do Palmeiras, atacante argentino diz que aposta feita no começo do ano está de pé

Gazeta |

EFE
Barcos, atacante do Palmeiras

Quando se apresentou ao Palmeiras , Barcos se impôs a meta de fazer 27 gols no ano e Luiz Felipe Scolari lhe prometeu um churrasco caso ele atinja seu objetivo. A saída do técnico não fez o centroavante esquecer a aposta. Se balançar as redes mais seis vezes até dezembro, o jogador avisa que entrará em contato com o ex-técnico para cobrá-lo.

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"O ano ainda não acabou e ele está aqui no Brasil. Se eu conseguir a meta, vou ligar para ele. Ele vai ter que pagar", disse, sorrindo. O artilheiro da equipe na temporada terá, ao menos, mais 14 jogos em 2012 para cumprir seu plano: 12 pelo Brasileiro e outros dois pela Copa Sul-americana, na qual o Palmeiras enfrentao Millonarios, da Colômbia, pelas oitavas de final.

Mas o que está atrapalhando o camisa 9 não é nem a distância do treinador, que deixou o Palmeiras há duas semanas. A dificuldade está em mostrar seu faro de artilheiro. O atacante não marcou gol em seus últimos sete jogos pelo clube, número que aumenta para oito se for somada sua participação na derrota da Argentina para o Brasil na primeira partida do Superclássico das Américas.

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"É uma conseqüência de tudo. Fiquei uns jogos fora e não estou tendo muita opção de gol", explicou o jogador que fez seu último gol em 19 de agosto, no triunfo por 2 a 1 do Atlético-GO. Desde então, Barcos desfalcou o time só na vitória sobre o Sport e no tropeço diante do Atlético-MG, e não foi usado por Alejandro Sabella, técnico da Argentina, nos duelos ante Paraguai e Peru pelas Eliminatórias nesse período.

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Mais do que argumentos, o atleta garante tranquilidade em meio ao seu jejum. "Quando não tenho muitas situações de gol, não me preocupo por não fazer. Tenho que de fazer de tudo. Saio da área porque, se fico, não pego na bola. E preciso ajudar o grupo de todos os jeitos, dando passe ou fazendo gols", apontou, sem esconder, porém, a vontade de voltar a deixar sua marca.

Por isso, pede mais presença ofensiva dos companheiros. "Quando começarmos a trabalhar a parte tática, isso pode melhorar. Mas também depende da situação. Contra o Figueirense, fizemos dois gols e a equipe foi para trás, o que é um erro. Tomamos um gol, nos assustamos...", falou, lembrando da vitória por 3 a 1 de sábado.

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"Quando vamos para trás e começamos a ser atacados, começamos a ter problemas. Deus queira que possamos atacar um pouco mais e fazer mais gols", afirmou, assegurando, contudo, que sua meta é bem menor do que a necessidade da equipe em vencer e evitar o rebaixamento. "O importante é que a equipe ganhe. Fiquei contente com a vitória por 3 a 1 mesmo sem fazer gol."

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