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Palmeirense roxo, ex-goleiro Marcos ainda convive com time e é guru na crise

Participação do goleiro no cotiadiano do clube foi pedido explícito de César Sampaio para ajudar elenco a superar crise

Gazeta |

Gazeta Press
Marcos se aposentou mas ainda é presente na vida do clube

Mais de oito meses após anunciar sua aposentadoria, Marcos volta a conviver com o dia a dia do time. E o motivo não é só saudade dos tempos de jogador. O ex-goleiro acompanhava o Palmeiras por iniciativa própria, participando até de preleções, e, agora, atende a uma solicitação do gerente de futebol César Sampaio para ser ainda mais atuante na tentativa de evitar o rebaixamento.

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"A presença do Marcão é tremenda, muito interessante, demais mesmo. Pedi e ele vai estar junto conosco. É um baita cara, com uma história do caramba aqui. E palmeirense ao extremo", explicou Sampaio, que teve o ídolo do clube ao seu lado nas tribunas do Pacaembu durante a derrota para o Corinthians, no domingo.

A presença do ex-atleta chamado de Santo pela torcida no cotidiano no elenco é constante. Nessa terça-feira, por exemplo, o eterno camisa 12 do clube esteve com os jogadores no último dia antes da concentração em Itu. Só deixou a Academia de Futebol quando o treino começou.

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Nos jogos, Marcos tem participado das preleções e faz discursos também nos intervalos e ao final das partidas, como no Derby de domingo. "O Marcos falou para eles que eles têm condições de tirar o Palmeiras dessa situação", contou Narciso. "Como ídolo, ele sabe como é e até já passou por esse momento. Por isso, consegue dar uma dica maior e passar sua experiência", comemorou o interino.

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A fidelidade do ídolo já gera clamor na torcida - ao descer das tribunas do Pacaembu para os vestiários no domingo, Marcos ouviu pedidos para assumir a equipe como técnico, voltar ao gol ou, ao menos, "tirar o João Vitor". E a expectativa é que sua presença contagie os jogadores. Se chamou atenção ao festejar visivelmente embriagado o título da Copa do Brasil há dois meses, Marcos agora também segue junto do time durante a crise.

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Seu currículo conta com um episódio motivador. Em 2002, ano em que foi titular e destaque da seleção brasileira na conquista da Copa do Mundo, caiu com o time para a Série B. Meses depois, recusou oferta milionária do Arsenal, da Inglaterra, para ajudar a equipe a voltar à primeira divisão nacional.

Com sua história, Marcos mostra o otimismo que os dirigentes tanto precisam. "O importante agora é agregar e somar forças com quem acredita. Aqueles que não acreditam vão passar a acreditar quando virem resultados, e para produzir resultados temos que estar próximos dos que acreditam", falou Sampaio.

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