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Assunção se sacrifica, antecipa retorno e joga com joelho inchado

Volante diz que quer ajudar elenco e nega que tenha antecipado volta pela saída de Felipão do comando da equipe

Gazeta |

Getty Images
Assunção diz que jogará com dores para ajudar seus companheiros

A previsão dos médicos era de que Marcos Assunção só voltasse a treinar na próxima quinta-feira, exatamente um mês após ele passar por artroscopia no joelho direito. Mas o volante tem trabalhado nos campos da Academia de Futebol desde o início desta semana e avisa que enfrentará o Corinthians "no sacrifício" neste domingo.

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"Estou me sacrificando pelo clube e pelos meus companheiros. Ainda estou com o joelho inchado, embora sem dor, mas quero ajudar o time a sair desta situação o mais rapidamente possível", comentou o jogador, que deve ser mantido como capitão por Narciso, técnico interino da equipe no clássico no Pacaembu.

Assunção faz bem em se sacrificar? Deixe seu comentário!

De acordo com o camisa 20, o único motivo para sua superação é o Palmeiras estar em penúltimo lugar no Campeonato Brasileiro, a sete pontos do Flamengo, primeiro clube fora da zona de rebaixamento. O jogador se irrita com insinuações de que esperou Luiz Felipe Scolari sair do clube - o que foi oficializado na quinta-feira - para ficar à disposição.

"Não admito que insinuem que estou antecipando minha volta porque ele deixou o comando do clube. Vi declarações de algumas pessoas que se dizem palmeirenses dizendo que eu só estava voltando porque o Felipão saiu. Repudio totalmente este tipo de pensamento, isso não faz parte da minha índole. Nunca fiz panelinha e sempre trabalhei honestamente", discursou.

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"Estou fazendo isso pelo Palmeiras, pois aprendi a amar este clube e aprendi a viver intensamente os jogos decisivos, os clássicos. Se eu fosse mau-caráter, jamais iria me colocar à disposição em um jogo como este. Iria me esconder. Mas, pelo contrário, é justamente neste tipo de jogo que tenho mais prazer em vestir a camisa do Palmeiras", completou o veterano.

Marcos Assunção, na verdade, era fortemente ligado ao antigo chefe. Tanto que em abril foi um dos atletas que entraram na sala do treinador para convencê-lo a desistir do seu pedido de demissão logo depois a eliminação nas quartas de final do Campeonato Paulista, diante do Guarani.

"Eu tinha uma relação de pai e filho com o Felipão, me considerava o braço direito dele. Fiquei muito chateado com a saída do Felipão", afirmou o volante que admitia até o ano passado ser santista, mas que mudou de time pela passagem no Verdão.

"Sei da responsabilidade que é jogar no Palmeiras. Posso dizer que hoje sou mais palmeirense do que essas pessoas que estão falando esse tipo de coisa", disse, ainda irritado com quem aponta inimizade sua com Scolari.

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