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"É preciso um técnico que deixe o atleta ir à boate", diz ex-diretor palmeirense

Wlademir Pescarmona afirma que o Palmeiras necessita de um técnico 'boleiro', que dê liberdade aos jogadores, e chama vice-presidente de comediante

Gazeta |

Com a saída de Luiz Felipe Scolari, cobrada por opositores no Palmeiras há algum tempo, Wlademir Pescarmona, conselheiro do clube e diretor de futebol entre o fim de 2010 e o início de 2011, resolveu se manifestar. O ex-dirigente atacou a postura do vice-presidente de futebol, Roberto Frizzo, e sugere qualquer técnico "boleiro" como solução, incluindo Renato Gaúcho.

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Frizzo foi criticado duramente por Pescarmona

"Precisamos de alguém que seja boleiro, conheça futebol e dê uma arejada. Não é possível que o Palmeiras esteja nessa situação", disse Pescarmona à rádio Bandeirantes . "É necessária uma conversa especial, aquele técnico que deixe o jogador beber ou ir para a boate, mas que faça esse pessoal jogar. Se não falar a linguagem deles, não consegue chegar."

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O nome mais comentado entre os dirigentes é o de Emerson Leão, hoje no São Caetano, mas Jorginho, do Bahia, e Dorival Júnior, do Flamengo, estão bem cotados. Pescarmona, porém, ressalta que Renato Gaúcho é um excelente nome para evitar o rebaixamento nas 14 rodadas que restam no Brasileiro.

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"O Leão é um técnico de tiro curto, teve passagem complicada, mas os nomes são de pessoas de personalidade como Renato Gaúcho, Dorival. Gosto do Renato. Falam que é muito carioca, mas poderiam fazer um contrato curto neste momento. E qualquer coisa que vier vai dar um clima muito bom. Não digo que contrataria esse ou aquele", opinou.

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Criticado por membros da atual gestão, Pescarmona diz que não deixou o time tão perto da segunda divisão. E direciona as contestações para Frizzo. "Temos um diretor que é comediante e teve muitos problemas com a comissão, ficou muito complicado. Em vez de fazer as coisas funcionarem, ele faz piadas. Precisa ter diretor firme, que chega junto. O Palmeiras não pode brigar mais com nada."

Em meio a apelos por união interna no clube, Pescarmona apela para a ajuda divina para evitar o segundo rebaixamento da história do clube. "Com fé em Deus, San Gennaro vai nos ajudar, vamos sair dessa", confiou.

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