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Tiago Real agradece aposta do Palmeiras e diz: “Não cheguei aqui à toa”

Meia foi decisivo na vitória desta quinta-feira sobre o Sport, na rodada do Brasileirão

Gazeta |

Aos 23 anos, Tiago Real, vindo Joinville, precisou de apenas duas partidas para receber a alcunha de herói no Palmeiras. Até Luiz Felipe Scolari admitiu que o gol do meia um minuto após o Sport empatar o jogo dessa quinta-feira foi decisivo para definir a vitória por 3 a 1 - o camisa 23 ainda participou do último gol. E o jogador avisa: todos os elogios são merecidos.

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"Tive muitas dificuldades para chegar até aqui. Não foi à toa. Foi com muito suor, lutei muito para chegar a esse momento. A partir de agora, preciso agarrar a oportunidade com unhas e dentes para agradar a esses torcedores", afirmou Tiago Real, que deixou o jogo ovacionado por quase todos os mais de 30 mil pagantes no Pacaembu.

A caminhada do jovem armador até o Verdão é curta, mas com mudanças de destino. O curitibano surgiu como profissional no Iguaçu, do Paraná, em 2009, e no ano seguinte foi para o Coritiba, de onde seguiu para o Joinville até, após se destacar na Série B do Brasileiro desta temporada, ser contratado pelo Palmeiras, que adquiriu 50% de seus direitos econômicos e assinou contrato de quatro temporada.

Alternativa barata e viável ao Verdão, já que não era mais possível trazer ninguém do exterior, Tiago Real logo provou que poderia fazer mais do que suprir as constantes ausências de Valdivia e Daniel Carvalho ao estrear com elogios no 0 a 0 contra o Grêmio. O gol e a assistência para Obina nos 3 a 1 sobre o Sport só corroboraram sua qualidade.

Uma alegria para um atleta que estava ciente do desconhecimento dos torcedores em relação ao seu futebol. "Fico feliz com o Palmeiras apostando em mim. Faço o máximo para corresponder e trabalho no dia a dia para isso", disse Tiago Real, que, nessa quinta-feira, atuou ao lado de Valdivia pela primeira vez.

Independentemente do parceiro, o fato é o que o recém-contratado não sentiu o peso da camisa de um time grande do Brasil. "Para mim, é tranquilo. É a carreira de jogador de futebol: às vezes você está em um canto e, pouco depois, está com outra camisa", minimizou, tão calmo em suas palavras quanto no domínio da bola para o gol que, como Felipão admitiu, definiu o importante triunfo sobre o Sport.

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