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Cruzeiro vai pedir efeito suspensivo contra perda de seis mandos de campo

Se não conseguir reverter a situação, o time terá que mandar jogos a mais de 100 km de Belo Horizonte

iG São Paulo |

O presidente do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares, afirmou que o clube não vai aceitar passivamente a punição de perda de mando de campo de seis partidas , imposta pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) após os incidentes no clássico contra o Atlético-MG. O dirigente garantiu que nesta quinta-feira o Cruzeiro vai entrar com um pedido de efeito suspensivo.

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"Esse negócio, a gente, que já militou muito no STJD, sabe como é. Dependendo da composição do tribunal, de um ou outro membro, pode ser que tenha alguma influência, pesa no resultado da votação. Mas continuo tranquilo e acho que o STJD no pleno vai fazer justiça. Dessa decisão cabe recurso e efeito suspensivo", declarou.

Futura Press
Objetos foram atirados no campo pela torcida do Cruzeiro no clássico contra o Atlético

Se não conseguir reverter a situação, o Cruzeiro terá que mandar jogos a mais de 100 km de Belo Horizonte. Isso inviabiliza a volta do time para Sete Lagoas, onde o clube atuou no Brasileiro do ano passado e no primeiro semestre deste ano por conta das obras para a Copa do Mundo de 2014, que fecharam o Mineirão e o Independência. Segundo Gilvan, a decisão sobre o local para receber o Cruzeiro caberá à comissão técnica e aos jogadores.

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"Optar por esse ou aquele lugar é com a comissão técnica e os jogadores. Vamos nos reunir com eles e ver qual o local eles acham melhor. Já conhecemos bem esses terrenos do interior e os melhores lugares para jogar", disse o cartola, que não descartou mandar jogos em Varginha ou Uberlândia.

Roth fica irritado
O técnico Celso Roth não ficou nada satisfeito. Para o treinador cruzeirense, a punição é injusta já que a segurança pública não é tarefa do clube. Celso Roth evitou entrar em detalhes temendo uma possível punição, que prejudicaria ainda mais o Cruzeiro. Sem ter o que fazer, Roth vai aguardar as providências da diretoria, e afirmou que enquanto isso vai seguir trabalhando normalmente.

"Claro que preocupa, porque o profissional não pode se manifestar. A punição ao clube não é correta, segurança pública é questão de Estado. O clube é culpado por isso, e os profissionais são culpados por isso. Então me preocupa, sim. As providências cabíveis serão tomadas pela direção do clube e segue a vida. Os profissionais não têm o que dizer, senão poderiam até ser punidos", declarou.

Além de o time perder seis mandos de campo no Campeonato Brasileiro, dirigentes do Cruzeiro também foram punidos. O diretor de futebol Alexandre Mattos, o gerente de futebol Valdir Barbosa e o diretor de comunicação Guilherme Mendes receberam 30 dias de gancho, e o clube vai recorrer de todas as punições junto ao Tribunal Pleno, esperando que as penas sejam revistas.

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