"Se o ar que se respira é Corinthians, vamos respirar o ar do Corinthians e continuar jogando. Não vou usar essa desculpa" disse o treinador sobre o estádio

Felipão também negou que haja conversas sobre renovação de contrato
Gazeta Press
Felipão também negou que haja conversas sobre renovação de contrato

Arnaldo Tirone tem se empenhado na tentativa de manter Luiz Felipe Scolari no Palmeiras em 2013, mas o técnico assegura que só fala com o presidente sobre o futuro do clube, como contratações. E até deixa de lado aspectos do presente, tanto que aceita o Pacaembu, estádio que antes sempre relacionava como do Corinthians.

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"Estamos jogando aqui. Se o ar que se respira é Corinthians, vamos respirar o ar do Corinthians e continuar jogando. Não vou usar essa desculpa", minimizou o treinador, que antes pedia até a troca do estádio municipal para mandar principalmente os clássicos diante do time alvinegro no Morumbi, estádio do São Paulo e repudiado pelo Corinthians.

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Pessoas no Palmeiras, porém, insistem que o ar é "corintiano" no Pacaembu. Por isso, o rendimento do time no local é péssimo: foram dois empates e três derrotas na arena municipal paulistana, só uma delas como visitante, para o Corinthians. Na Arena Barueri, outra ‘casa’ palmeirense na liga nacional, o time acumulou duas derrotas e dois empates, mas conseguiu lá três das quatro vitórias que tem no torneio.

Mas não será mais Felipão que falará sobre o assunto. Preocupado com o rebaixamento, o treinador diz em suas entrevistas que não terá novas discussões sobre os locais onde o clube mandará suas partidas. E nem definirá bases de um possível novo contrato, já que o atual acabará no fim desta temporada.

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"Sobre renovação de contrato e qualquer assunto de renovação, o que estão falando é tudo mentira e história que alguém conta, passa para a frente e é jogada no ar. Não existe nada de aspecto de renovação, valores, nada", assegurou o comandante, que admite, porém, estar focado em um elenco mais forte para a disputa da Libertadores.

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"Tenho falado com a direção a respeito de atletas. É só de planejamento se vem A, B ou C para o ano que vem à medida que o clube tiver disponibilidade financeira. É a minha função até sair em 31 de dezembro. Como funcionário, trabalho para agora e para o futuro do Palmeiras", disse Scolari.

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