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Mauricio Ramos culpa falta de sorte e apela à religião para não cair

Zagueiro do Palmeiras é considerado um líder religioso da equipe e afirmou que o time dará a volta por cima

Gazeta |

Escolhido para dar entrevista nesta segunda-feira, Mauricio Ramos se portou praticamente como um líder religioso à frente dos microfones na Academia de Futebol. Na semana passada, o zagueiro foi um dos que mais falaram em reunião reservada do elenco, e usou palavras similares diante das câmeras para dizer aos torcedores que o problema do Palmeiras é falta de sorte. A solução: fé.

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Maurício Ramos apela para a religião para evitar rebaixamento do Palmeiras

"Vamos dar a volta por cima em nome de Jesus para o Palmeiras estar onde deveria estar. Confio em Deus, em primeiro lugar, e no meu grupo", discursou o defensor, usando expressões de ajuda divina até para mostrar como a possibilidade de ser rebaixado para a Série B do Brasileiro o assusta.

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"Em 2006, cheguei ao São Caetano em setembro e caí. É muito ruim, complicado. Em um time grande como o Palmeiras... Misericórdia!", imaginou o jogador, usando frases similares às de Luan, que também demonstrou pavor do descenso. "Nem passa pela minha cabeça e dos outros jogadores. Estamos espertos. Sabemos das nossas dificuldades nessa hora, mas temos confiança", falou Mauricio Ramos.

Se Marcos Assunção, outro líder do elenco, sugeriu um trabalho psicológico, Mauricio Ramos acredita na fé. "Nós mesmos podemos resolver com a diretoria, o Felipão, a torcida, os nossos familiares. Temos que nos abraçar e nos fortalecer em Deus também para sairmos dessa situação", discursou.

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Com essa crença, o camisa 15 acredita que o time deixará a zona de rebaixamento. "Está faltando um pouquinho da sorte que tivemos na Copa do Brasil. Na final contra o Coritiba, por exemplo, (na Arena Barueri) eles tiveram três oportunidades e a bola não entrou, enquanto nós tivemos duas e ela entrou. Antes, a bola batia na canela e entrava. Hoje, tentamos e ela não entra", comparou.

"Confiança e vontade de vencer nós temos demais. Falta um pouco de sorte. Mas, quando a bola começar a entrar, vai ser outro Palmeiras. Temos jogado bem. Os resultados não estão aparecendo, mas creio que na quinta-feira, contra o Sport, no Pacaembu, faremos um grande jogo. Precisamos ter tranquilidade e entrar em campo com alegria e determinação", continuou.

Como um líder religioso, Mauricio Ramos fez questão de valorizar quem está à disposição em vez de lamentar desfalques como Marcos Assunção, machucado, e Barcos, suspenso. "Todos no meu grupo são importantes. O Assunção é um líder, mas, sem ele, entra o Correa, que é um líder também. Quem tem de melhor, vai entrar para colocar um trevo na cabeça do professor. O Assunção faz falta, mas insisto que não estamos com sorte."

Dessa forma, o zagueiro valoriza até o fato de o Grêmio, com um a menos desde os 15 minutos do primeiro tempo devido à expulsão de Kleber, não ter marcado gol em seus raros ataques no empate por 0 a 0 no Pacaembu, no sábado. "O grupo está fortalecido, vai fazer o seu melhor e as coisas vão começar a acontecer. Contra o Grêmio, já não tomamos gol, isso foi importante. Agora esperamos melhorar nesta quinta-feira", comentou.

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