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Muricy defende quarteto, mas diz que ansiedade atrapalhou “Patito"

Técnico do Santos aprova formação com "Patito", Ganso, Neymar e André, mas destaca que quarteto ainda precisa melhorar

Gazeta |

Divulgação
Muricy Ramalho, técnico do Santos

Pela segunda vez consecutiva, o técnico Muricy Ramalho colocou em campo o quarteto ofensivo formado por Patrício "Patito" Rodríguez, Ganso, Neymar e André. Se no primeiro jogo, contra o Figueirense, o treinador foi obrigado a mexer no esquema devido à expulsão do lateral-esquerdo Juan, no clássico com o Corinthians, neste domingo, na Vila Belmiro, os quatro permaneceram em campo durante a maior parte do tempo e ganharam a simpatia do comandante do Santos .

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"No primeiro tempo aceitamos muito a marcação, mas depois do intervalo acertamos o posicionamento do nosso quarteto. Marcamos melhor o Corinthians, conseguimos jogar e criamos boas chances. Se eu tenho jogadores de velocidade como eles, tenho mais é que colocar para jogar mesmo", explicou o técnico.

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Além disso, Muricy afirmou que não pode querer alterar o estilo de jogo da equipe, mas destacou que o quarteto ainda precisa melhorar. "Se eu tenho três jogadores ‘diferentes’, como Ganso, Neymar e André, eu tenho que usar. Não dá para inventar. O futebol do Santos é assim, ofensivo. Claro que eu preciso ajustar algumas coisas, mas o técnico não tem muito que interferir, senão atrapalha", comentou.

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Questionado sobre a atuação individual de "Patito", Muricy viu aspectos positivos no rendimento do argentino. Entretanto, a ansiedade por disputar o primeiro clássico com a camisa santista atrapalhou o meia-atacante, na avaliação do comandante.

"Acho que o que atrapalhou foi a ansiedade do primeiro clássico. Ele corria demais, se esgotou e não suportava mais no segundo tempo. Quando tinha que tocar, segurar a bola, ele não fazia. Eu sei que ele é agressivo, mas tem que trabalhar um pouco mais. Não tem como aguentar essa correria toda", ponderou.

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Mesmo assim, Muricy Ramalho deve manter "Patito" entre os titulares para os próximos desafios do time alvinegro na competição. "Ele só tem que trabalhar mais a bola. Precisa saber dosar a energia, porque ele é um cara que ‘põe fogo’ no jogo. Ele é agressivo, vai para cima, e gostamos disso", encerrou.

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