Zagueiro disse que clube carioca foi prejudicado por Héber Roberto Lopes, que apitou por recurso do STJD

O empate por 1 a 1 entre Portuguesa e Botafogo trouxe equilíbrio para os torcedores que compareceram ao Canindé, mas revoltou os dois lados com os novos erros de arbitragem cometidos por Héber Roberto Lopes. Suspenso por ter interpretado uma jogada erroneamente na Série B, o árbitro conseguiu um recurso no STJD e pôde apitar a partida deste domingo normalmente. No entanto, sua postura em campo desagradou ambas as equipes.

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A Portuguesa reclama do paranaense após Diego Viana ter dominado o rebote dado por Jéfferson, aos 39 minutos do segundo tempo, e caído após o goleiro botafoguense tomar a bola dos seus pés. Enquanto os paulistas alegam que o lance era um pênalti claro, o Alvinegro lembra que outra jogada poderia ter mudado o rumo do jogo. Aos 24 da etapa complementar, Valdomiro aplicou uma tesourada em Elkeson, mas não recebeu o segundo amarelo de Héber Roberto Lopes.

"Este foi um bom jogo, fizemos um bom primeiro tempo e o gol da Portuguesa foi um erro normal em uma cobrança de bola parada. Mas o cara (Valdomiro) não ter sido expulso foi covardia. Se ele fosse expulso, o jogo seria outro. Eles reclamam desse pênalti, mas esquecem que nós também fomos prejudicados", bradou o inconformado zagueiro Antônio Carlos.

Se os lances duvidosos deixaram jogadores das duas equipes incomodados, a torcida da Portuguesa também não poupou o árbitro da partida e emendou xingamentos logo após o apito final. Já os cariocas que foram ao estádio do Canindé se revoltaram com o já contestado Oswaldo de Oliveira. O treinador não conta com o apoio de grande parte da torcida e recebeu críticas por ter deixado o holandês Clarence Seedorf no banco de reservas do jogo deste domingo.

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