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Após nova derrota santista, Léo se irrita ao ouvir sobre chances de rebaixamento

Para lateral, é prematuro falar sobre queda quando nem o primeiro turno do Brasileiro acabou

iG São Paulo | - Atualizada às

O Santos tem o pior ataque do Brasileirão. Ainda não marcou gols fora de casa e com mais uma derrota, desta vez por 3 a 0 para o Náutico em Recife, vê a zona de rebaixamento cada vez mais próxima de sua realidade. Apenas um ponto separa o Santos da rabeira da tabela. Com 13 pontos, o time de Muricy Ramalho ocupa a 16ª posição, a última antes do "inferno".

Santos é atropelado pelo Náutico e fica a um ponto da zona de rebaixamento

Para o mais experiente jogador do Santos é prematuro falar que a realidade do clube neste Brasileiro é lutar contra o rebaixamento. "Realidade? Que realidade? Estamos no primeiro turno ainda e querem falar de rebaixamento?", disse Léo , muito irritado, minutos depois do fim da partida nos Aflitos ainda no campo.

O jogador de 37 anos pede para que haja paciência neste momento difícil do time. Em suas palavras, não é hora para se achar culpados já que o muitos jogadores enfrentam problemas de lesão e ainda há as baixas de Neymar e Paulo Henrique Ganso que estão com a seleção brasileira nas Olimpíadas.

"É difícil você achar onde está o erro. Não há culpados. Não é momento de apontar ninguém. É momento de se resolver em campo. Às vezes temos como matar o jogo e não matamos. Como eu disse, não é hora de apontar culpados, mas sim de como resolver problemas", disse Léo.

O lateral-esquerdo também relata a dificuldade que equipe vem enfrentando com os muitos jovens no elenco. Por conta das muitas baixas, são promessas como Victor Andrade e Felipe Anderson que estão precisando resolver. O que nem sempre será possível.

"Nós pode fazer muito mais do que estamos fazendo. Mas temos muitos meninos subindo e há de se convir que não estão acostumados pressão. Mas futebol é assim, é na dificuldade que você tem de botar a cara", comentou. "Trabalhando a gente está, de repende pode ser algo psicológico, questão de confiança que não está elevada".

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