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Confusão entre Ceará e Criciúma rende suspensões e multas na Série B

Treinadores e jogadores envolvidos em briga não poderão atuar por seus clubes por duas rodadas

Gazeta |

O tumulto causado pelos jogadores e técnicos de Ceará e Criciúma na nona rodada do Campeonato Brasileiro levou os envolvidos ao tribunal, nesta quarta-feira. A decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), divulgada após quase uma hora de julgamento, implicou em punições para os atletas que participaram da confusão e em pesadas multas a serem pagas nos próximos dias.

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Os técnicos Paulo Comelli, do Criciúma, e PC Gusmão, do Ceará, que haviam sido expulsos após a confusão no empate por 2 a 2, no Presidente Vargas, foram suspensos por duas partidas e receberam uma multa de R$ 2 mil cada. Os treinadores não poderão ficar no banco de reservas nas próximas duas partidas e precisarão comandar seus times das tribunas dos estádios.

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Já os jogadores que participaram dos entreveros também precisarão amargar um gancho no Brasileiro da Série B e um prejuízo em suas contas bancárias. Pelo lado do Criciúma, Lucca e Ozéias estarão impedidos de atuar por duas rodadas, sendo que o primeiro arcará com uma multa de R$ 1 mil. No Ceará, Daniel Marques também estará com um gancho idêntico ao de seus rivais, mas não arcará com qualquer sanção financeira.

A medida visa combater novos episódios como os que marcaram a rodada disputada no dia 6 de julho. A reclamação do Ceará gira em torno de uma bola que havia sido dada ao Criciúma em sinal de fair play, mas que não foi devolvida. Desarrumada, a zaga não conseguiu se recompor para impedir o iminente avanço do Tigre e sofreu o gol que selou a igualdade em Fortaleza.

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A troca de acusações e a invasão de campo por parte dos treinadores e reservas se estenderam a empurrões e agressões verbais e físicas. Incapacitado de conter a situação sozinho, o árbitro distribuiu cartões vermelhos e relatou todo o ocorrido na súmula divulgada logo após o término do confronto. O documento, inclusive, foi a principal prova usada pela promotoria no julgamento desta quarta-feira.

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