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São-paulinos chamam Juvenal de "cachaceiro mercenário" em protesto

Antes de partida no Morumbi contra o Flamengo, torcida hostilizou presidente são-paulino

Gazeta |

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Juvenal tem ignorado protestos

Na última segunda-feira, a principal organizada do São Paulo convocou a todos torcedores para que comparecessem à praça Roberto Gomes Pedrosa, em frente ao Morumbi, para um "manifesto de apoio" neste domingo. Entre os aglomerados, entretanto, o que mais se viu foram protestos contra Juvenal Juvêncio. E apoio principalmente a Rogério Ceni, de volta ao time no jogo contra o Flamengo.

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O ato foi realizado em frente ao portão principal do estádio são-paulino. Antes da chegada do ônibus, o principal grito dos torcedores, muitos deles pulando, era chamando o presidente do clube, entre palavrões, de "cachaceiro que só pensa em dinheiro", além de cântico tradicional dizendo que o São Paulo "não precisa" do mandatário.

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Pouco se ouviu de apoio à equipe. Também usando palavrões, os fanáticos exigiram "respeito com a camisa tricolor", além de cantoria ofensiva a Corinthians e Palmeiras, principais rivais do time, e promessa de violência contra as torcidas. Tudo com gritos exaltando a organizada entre os refrões. Um fato curioso era a presença de um torcedor vestido como Michael Jackson e o símbolo do Flamengo tentando se esconder no meio dos são-paulinos, procurando ficar perto de policiais.

Os cantos de protesto a Juvenal, reforçados por palavrões e tom de voz mais fortes, aumentaram com a chegada do ônibus. Quando o veículo que transportava a delegação já estava quase dentro do Morumbi, a multidão exaltou Rogério Ceni como "maior goleiro do Brasil".

O intenso apoio ao camisa 01, de volta após seis meses se recuperando de cirurgia no ombro direito, ficou provando quando os participantes do manifesto entraram no Morumbi. Foi aberto um bandeirão, provavelmente o "bandeirão Fabuloso" prometido pela organizada no início da semana, com um desenho de Rogério Ceni e a inscrição "O maior de todos" acima de seu nome.

Além de Rogério Ceni, quem também volta ao São Paulo neste domingo é Luis Fabiano, que mantém relação estremecida com a principal organizada do clube e retorna após dois jogos vetado por contratura na coxa esquerda - parte do estádio cantou seu nome no anúncio da escalação no sistema de som. A organizada, que chamou o camisa 9 de pipoqueiro, só exaltou Ceni nas arquibancadas do Morumbi.

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