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Juvenal diz conhecer futebol e rebate Leão depois de ex-treinador provocá-lo

Presidente são-paulino responde treinador que disse desconsiderar opinião de Juvenal por conta de sua idade

iG São Paulo |

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Juvenal tem sido hostilizado pela torcida são-paulina

Não bastassem os muitos problemas do São Paulo, humilhado pelo Atlético-GO na última quarta-feira, o presidente Juvenal Juvêncio ainda tem de lidar com as últimas declarações do treinador Emerson Leão, demitido por ele no último mês.

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Na volta da delegação de Goiânia, Juvenal falou de Leão e reiterou a declaração que deu minutos após mandar Leão embora, há um mês, quando disse que ele, Juvenal, seria um bom técnico. Dias depois, o ex-treinador da equipe falou em "relevar" a declaração do presidente por conta de seus 80 anos de idade. Agora, o dirigente retrucou afirmando que Leão não gosta de nada.

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"O Leão gosta do quê? Deve gostar de limão... Ele não gosta de nada", comentou Juvenal, reiterando que, embora até torcedores contestem, tem conhecimento suficiente no futebol para ser técnico e só não assume a função porque não quer. Juvenal foi xingado por torcedores no último jogo do São Paulo em casa por conta da irregularidade da equipe.

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"Eu nunca disse que gostaria de ser treinador. Não tenho nenhuma frustração, até porque eu não gostaria de ser treinador. Quero dizer que entendo disso, e bastante. Tem gente que não gosta que digo que sei, só que eu sei", reforçou.

Com a sabedoria que assegura ter, o presidente participa ativamente do dia a dia do time na busca pelo primeiro título desde o Brasileiro de 2008 - entre os clubes grandes do País, é o que está há mais tempo sem ser campeão. O mandatário até dá palestras antes dos jogos e acompanha a delegação nas viagens, embora tenha voltado mais cedo de Goiás após a derrota para o Atlético-GO.

De qualquer forma, Juvenal garante paz e confiança a Ney Franco. "Por que ele não teria tranquilidade? Claro que tem. Todo técnico tem toda a tranquilidade e o apoio para fazer seu trabalho. Ninguém se queixa disso", citou o dirigente que, com Leão, interferiu na escalação e tirou Paulo Miranda da concentração horas antes de jogo contra a Ponte Preta pela Copa do Brasil.

Como foi Leão em outubro do ano passado, a contragosto do vice-presidente de futebol João Paulo de Jesus Lopes e do diretor de futebol Adalberto Baptista, agora Ney Franco, com a aprovação da cúpula, é a aposta de Juvenal. "Ele está começando. Temos muita fé nele. É muito sério, trabalhador, correto, digno, está conhecendo agora os atletas. Acredito que vá avançar bem", argumentou o presidente.

O mandatário até apoia a escalação do técnico que, em quatro jogos no Tricolor, perdeu dois, empatou um e só venceu o Figueirense. "Estamos sem Luis Fabiano, Rogério Ceni, Lucas, Wellington... E estocaram esse argentino Cañete", disse, lembrando do meia que, em um ano na equipe, já tratou de três lesões e só atuou em duas partidas.

"Isso não é desculpa. Devíamos ter ganhado com o time que colocamos ontem. Mas não foi possível", continuou Juvenal, minimizando a influência dos desfalques na derrota dessa quarta-feira por 4 a 3 para o Atlético-GO - o primeiro tempo terminou com 4 a 1 a favor da equipe que, até iniciar o jogo, era lanterna do Brasileiro.

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