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Valdivia ouve boatos de oferta e não assegura permanência no Palmeiras

Família do jogador não vai voltar ao Brasil, o que pode pesar em sua decisão sobre ficar ou sair do time alviverde

iG São Paulo | - Atualizada às


Apesar da diretoria ter dito há poucos dias que o meia Valdivia iria ficar no Palmeiras ao menos até o fim da Libertadores 2013, o futuro do jogador continua indefinido. Mesmo com a confiança da diretoria em segurar o jogador, o camisa 10 revelou que escutou especulações sobre a proposta de um time árabe e não assegurou sua permanência no Palestra Itália.

O Palmeiras deve vender Valdivia em caso de boa oferta? Opine!

Futura Press
Valdivia foi bem na partida contra o Náutico

"Já me falaram alguma coisa (sobre proposta), mas não tem nada certo ainda. Hoje, estou no Palmeiras e tenho de fazer as coisas bem", afirmou, depois da vitória por 3 a 0 sobre o Náutico, neste domingo, na Arena Barueri. Apesar de negar a existência de oferta oficial, o chileno não se mostrou preocupado com o contrato que se estende até 2015, pois acredita que, em caso de a investida árabe ser confirmada, tudo pode ser conversado com a diretoria.

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"Os contratos são como regras, que são feitas para serem quebradas. Existem cláusulas e coisas a serem resolvidas. Temos de sentar e conversar, mas, por enquanto, são só boatos", afirmou.

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A permanência de Valdivia no Palmeiras virou dúvida desde que o jogador sofreu um sequestro relâmpago no início de junho. Na ocasião, acompanhado por sua mulher, a modelo Daniela Aránguiz, o atleta foi mantido refém em seu veículo na capital paulista. Desde então, a família do jogador voltou para o Chile, e Aránguiz deixou claro que não aceita mais morar em São Paulo, o que faz o atleta repensar sua situação no clube.

"A família não vai voltar por uma questão de segurança e medo. Eu sei como é o Brasil e por isso estou aqui, sei que foi uma questão de momento e não vai acontecer sempre", comentou. Porém, o atleta avisa que não consegue permanecer afastado de seus parentes de forma definitiva. "Não imagino (viver sem a família). Estou há um tempo sem eles e é difícil, porque meus filhos são a coisa mais importante, trabalho e vivo por eles. Quando estão longe, eu sofro, temos de conversar muito. Mas meu presente é aqui e tenho de jogar, entrando em campo", concluiu.

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Enquanto vive seu "presente" no Palmeiras, Valdivia aguarda para definir o futuro. A diretoria não manifesta publicamente o desejo de negociá-lo, enquanto o investidor Osório Furlán Júnior, dono de 36% dos direitos, espera definir a transferência do atleta.

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