Alexandre Kalil diz que clube teve de adquirir atacante em definitivo com os próprios recursos após desistência de última hora do grupo DIS/Sonda

André, atacante do Atlético-MG
Gazeta Press
André, atacante do Atlético-MG

O presidente do Atlético-MG , Alexandre Kalil, confirmou nesta quarta-feira a permanência do atacante André , mas detonou a postura do grupo DIS/Sonda, com quem contava para fazer o pagamento ao Dínamo de Kiev, da Ucrânia. Segundo Kalil, o clube teve de usar seus próprios recursos porque os investidores mudaram de ideia na última hora.

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Kalil disse que viajou à Ucrânia há três meses para fechar o negócio envolvendo André e teve a garantia de que o grupo disponibilizaria os recursos para a compra do atacante. “Para meu espanto, a dois dias do fechamento da janela de transferência, fui informado pelo DIS/Sonda de que o acordo firmado anteriormente não seria concretizado e que o grupo investidor não mais cumpriria com o combinado”, afirmou.

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A compra de André foi renegociada pelo Atlético-MG, que já enviou ao Dínamo de Kiev a primeira parcela do pagamento. Mas a desistência na negociação fez com que o grupo de investidores fosse bastante criticado pelo presidente do clube mineiro.

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“Espero que atitudes como a desse grupo sejam expurgadas do nosso meio e que pseudoinvestidores não encontrem mais espaço num futebol que vem se tornando cada vez mais sério e moderno”, afirmou Kalil, que em seguida cravou: “No Atlético, eles têm portas fechadas.”

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