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Presidente diz que Ganso não quer mais jogar pelo Santos

Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro fez a revelação em reunião com o Conselho Deliberativo do clube. Meia nega a afirmação do mandatário santista

iG São Paulo * |

AE
Ganso, meia do Santos

A situação do meia Paulo Henrique Ganso no Santos ficou ainda mais turbulenta. Isso porque o presidente santista, Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro, afirmou ao Conselho Deliberativo, em reunião realizada na noite da quinta-feira, que o jogador teria dito a ele que não atuará mais pelo clube. E a história foi confirmada pelo vice-presidente, Odílio Rodrigues.

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As palavras de Laor acirraram ainda mais a polêmica em volta do meio-campista. No último domingo, a informação de que Ganso não jogaria mais pelo Santos surgiu com força nos bastidores, horas antes da vitória sobre o Grêmio, por 4 a 2, pelo Campeonato Brasileiro. O Internacional, com ajuda do grupo DIS, receberia o camisa 10, que não ficou satisfeito com a proposta de reajuste salarial apresentada pelo clube.

Leia também:  Santos diz que libera Ganso se grupo de investidores pagar R$ 20 milhões

Apesar de estar concentrado com a seleção brasileira olímpica no Rio de Janeiro, Ganso quebrou o silêncio e negou a afirmação de Laor através da sua página no Twitter. "Antes de mais nada, gostaria de deixar bem claro para a torcida santista que sempre me dediquei, lutei, ajudei esse clube no qual cresci e joguei com muita honra e dignidade. São sete anos de pura dedicação. E em momento algum disse que não queria mais jogar no Santos", escreveu o meia.

RELEMBRE: Ganso se recusa a entrar em campo e deve deixar o Santos, diz rádio

Irritado, Ganso seguiu escrevendo, em tom de desabafo, e alfinetando o presidente santista. "Não cheguei agora e conheço o Santos muito bem, ao contrário de quem só pegou coisa boa e nos momentos de dificuldades tenta tirar o foco de onde realmente está errado. E as pessoas que criticam, procurem saber da verdade primeiro para depois julgar ou falar algo", disse.

Grupo DIS

A briga de Paulo Henrique Ganso com a direção despertou o interesse do empresário Delcir Sondas, dono do grupo DIS, braço esportivo do grupo Sondas, que entrou em cena para tentar tirar o meia da Vila.

Por conta disso, o comitê de gestão do Santos manteve uma reunião na última quarta, onde ficou definido que o clube deve liberar Ganso apenas pelo valor de sua multa rescisória, seja para o mercado nacional (R$ 53 milhões) ou internacional (50 milhões de euros, equivalente a cerca de R$ 124 milhões).

Como o DIS mantém 55% dos direitos econômicos de Paulo Henrique Ganso, caso a empresa resolva comprar os 45% presos ao Peixe e colocá-lo no Inter, o time santista receberia R$ 23,8 milhões pela transação.

O Colorado aguarda uma definição de Delcir Sondas com a cúpula alvinegra para apresentar a sua proposta salarial por Ganso, que poderia ser o substituto de Oscar no Beira-Rio. O jovem meia está na mira do Chelsea (Inglaterra) e pode se transferir para o futebol europeu, após os Jogos Olímpicos.

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*Com Gazeta

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