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Técnico argentino foi mandado embora pelo Al Wasl, dos Emirados Árabes, mas não engoliu

A demissão do técnico Diego Maradona do Al Wasl, dos Emirados Árabes Unidos, não foi bem recebida pelo ídolo argentino. Surpreso com a forma como o clube determinou a sua saída após os resultados ruins que foram obtidos na última temporada, o treinador admitiu que viajará para conversar com os dirigentes da equipe na tentativa de reverter tal situação.

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Maradona faz jogo duro para deixar o Al Wasl
EFE
Maradona faz jogo duro para deixar o Al Wasl

"Eu assinei por dois anos e cobrarei por dois anos", bradou Maradona, em entrevista a um canal de televisão da Argentina. "Sempre foi meu desejo permanecer nesta terra maravilhosa que me acolheu tão bem. Nos últimos dias temos conversados sobre a compra de reforços, requisito necessário para conquistar títulos."

Maradona assinou um contrato com o Al Wasl para guiar o time ao título do último Campeonato Nacional. Embora os milhões vindos do petróleo árabe tenham proporcionado um bom ambiente de trabalho ao ex-jogador, os seus resultados não foram nem um pouco satisfatórios. A equipe terminou apenas na 8ª posição entre os 12 times que disputam a competição e frustrou os planos da diretoria.

VEJA:  Sem títulos, Maradona é demitido de time árabe

Após anunciar a demissão, o presidente do clube chegou a afirmar que a cúpula da diretoria fez um estudo profundo sobre as condições de trabalho deixadas por Maradona. O dirigente, que antes presenteava o comandante com jet skis , destacou que o time possui ambições maiores e que o treinador não se encaixa mais nos seus planos.

No período em que esteve no time, o argentino também colecionou polêmicas e ficou marcado por rixas com a torcida. O treinador chutou um adepto do clube durante uma partida no Nacional e precisou subir até as arquibancadas em outra ocasião para proteger sua companheira de uma confusão entre os árabes.