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Carrasco da Copa de 1950, Ghiggia deixa CTI um mês após acidente

Ex-jogador uruguaio estava internado desde o dia 13 de junho, quando se envolveu em um acidente com um caminhão

Gazeta |

AP
Ghiggia recebe alta de hospital no Uruguai

O uruguaio Alcides Edgardo Ghiggia, carrasco brasileiro na final da Copa do Mundo de 1950, deixou o Centro de Tratamento Intensivo (CTI) de um hospital de Montevidéu, capital do Uruguai. O ex-jogador estava internado desde o dia 13 de junho, quando se envolveu em um acidente com um caminhão.

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Aos 85 anos, Ghiggia deu entrevistas para a imprensa local demonstrando otimismo com a recuperação. Depois de passar por várias intervenções médicas, o uruguaio precisa tratar de uma fratura quadril. De início, os médicos tentam evitar uma nova cirurgia.

Memória

Brasil e Uruguai empatavam por 1 a 1 na final do Mundial, com gols de Dido, para os brasileiros, e Schiaffino para a Celeste Olímpica. Restando dez minutos para o fim da partida, Ghiggia acertou um forte chute cruzado, sem chances para o goleiro Barbosa. O gol calou mais 170 mil torcedores que lotavam o Maracanã e deu ao Uruguai a segunda Copa do Mundo.

Em 22 anos de carreira, Ghiggia defendeu as cores de seis equipes, sendo que a primeira foi o Sud America, do Uruguai. Ainda na terra natal, o responsável pelo Maracanazzo atuou no Progresso, até se transferir para o poderoso Peñarol. Em 1953, iniciou sua carreira no futebol europeu: foram oito temporadas na Roma e uma no Milan. De volta ao Uruguai, Ghiggia vestiu a camisa do Danubio por cinco anos.

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