"Não traga quantidade, deixa a gente aproveitar a base. Traga qualidade", disse o treinador

Apesar do título da Copa Libertadores, o técnico Tite mostra preocupação com o Corinthians . Em entrevista ao canal televisivo SporTV , o treinador fez um apelo à diretoria e pediu reposição para as saídas e, mais especificamente, a contratação de um pivô.

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Tite: preocupado com a perda de peças
Gazeta Press
Tite: preocupado com a perda de peças

"Precisa qualificar, sempre digo que o atleta respeita qualificação. Não traga quantidade, deixa a gente aproveitar a base. Traga qualidade, reponha o Willian, reponha o Castán, o Adriano. Hoje nós não temos um pivô e às vezes é importante, não posso ir para um jogo decisivo sem ter um pivô", pediu, referindo-se à perda de atacantes que possam prender a bola lá na frente.

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O treinador também teme uma possível saída de Alex. "Não pode perder. É muito difícil organizar uma equipe taticamente e ver ela se entrosar. Nós conseguimos isso e, se nós retirarmos esses jogadores, a equipe vai cair, vai retroceder ao invés de crescer, principalmente perdendo no setor de criatividade", analisou.

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Comentando sobre a base, o comandante corintiano exaltou o defensor Marquinhos, comentando sua versatilidade para poder atuar como zagueiro, lateral e volante. Além disso, fez uma revelação: no começo do ano, vinha preparando o atleta para marcar Neymar.

"Por não ser um jogador alto e ser móvel dá para utilizar como lateral em linha de quatro. Confesso até que estava o preparando para marcar o Neymar por sua velocidade e antecipação", afirmou o técnico, que abandonou a ideia na Copa Libertadores pela presença de Jorge Henrique, que cortava espaços pelo lado direito.

Tite preferiu não criar metas para o Campeonato Brasileiro, preferindo aguardar para ver a reação da equipe após a escalação do time reserva nas rodadas iniciais para priorizar a Copa Libertadores.

"Vai depender muito da retomada, a velocidade com que a gente vai retomar os resultados e o padrão da equipe, isso é fundamental", declarou o treinador, que exaltou o nível da competição: "A Libertadores tem um cunho emocional, mas ela não é mais forte tecnicamente que o Campeonato Brasileiro."

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