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Diretoria do Arsenal aceita, mas técnico trava liberação de Denilson

Arsène Wenger diz que não abre mão e meia deve mesmo deixar o São Paulo

Gazeta |

Agência O Globo
Denilson acabou se tornando peça fundamental no São Paulo

O diretor de futebol Adalberto Baptista está em Londres desde o início da semana tendo como um de seus objetivos negociar com o Arsenal a permanência de Denilson no São Paulo. O avanço até agora, ocorreu somente no convencimento dos diretores do clube inglês. O maior obstáculo para o volante ter seu desejo de ficar no Brasil atendido segue sendo o técnico Arsène Wenger.

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De acordo com o vice-presidente de futebol do São Paulo, João Paulo de Jesus Lopes, as primeiras informações são de que os dirigentes gostaram da ideia de o meio-campista prorrogar seu empréstimo, que acaba neste ano, por mais seis meses ou até julho da próxima temporada.

Mas Arsène Wenger, próximo do jogador a ponto de ser chamado de "pai" pelo atleta, quer contar com Denilson. O técnico francês dificultou até na liberação do volante no ano passado para o São Paulo - o negócio só foi concretizado porque o próprio meio-campista se incumbiu de convencer o chefe de sua vontade de atuar no Brasil de novo.

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Diante da intransigência de Wenger, a missão de Adalberto Baptista é reduzir a pedida inicial de 6 milhões de euros (cerca de R$ 15,5 milhões) pelos direitos econômicos do atual camisa 15 são-paulino. Mas a esperança no clube é bem reduzida, tanto que o presidente Juvenal Juvêncio já indicou sua saída.

Com isso, Adalberto Baptista, que deve retornar da Inglaterra até o início do fim de semana, não deve ter boas notícias em relação ao atleta que deve fazer sua despedida no sábado, contra o Cruzeiro, no estádio Independência, em Belo Horizonte.

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Técnicos ou reforços? - Jesus Lopes assegurou que a única missão do diretor de futebol na Europa era resolver o problema com Denilson. O vice-presidente de futebol alegou não esperar a contratação de nenhum outro jogador, embora o clube busque três reforços e Juvenal tenha falado em buscar nomes na janela de contratações.

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Em relação a treinadores, Adalberto voltou a entrar em contato com o português André Villas-Boas, demitido do Chelsea e que recusou proposta do São Paulo na terça-feira por preferir começar um trabalho no início de uma temporada. Embora a diretoria do São Paulo goste de outros nomes que trabalham em Portugal e Itália, não se espera que o diretor volte ao Brasil com alguma negociação ou mesmo sugestão de profissionais estrangeiros.

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