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Nesta edição da Copa Libertadores, foi a primeira vez que o Boca Juniors liberou o estádio para o adversário treinar

Sem qualquer tipo de problema, o elenco corintiano realizou o reconhecimento do gramado da Bombonera no início da noite desta terça-feira, véspera do primeiro jogo da final contra o Boca Juniors. A atividade comandada pelo técnico Tite durou cerca de uma hora. 

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Nesta edição da Libertadores, foi a primeira vez que o time argentino liberou o estádio para o adversário treinar. A delegação brasileira, inclusive, foi recebida com festa por alguns corintianos que estavam no local.

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Diferentemente dos reconhecimentos em São Januário (para as quartas de final, diante do Vasco) e na Vila Belmiro (na fase seguinte, para enfrentar o Santos), desta vez o time foi ‘esquecido’ pelos torcedores adversários, que povoam todo o entorno do estádio, mas não criaram hostilidade.


O treino começou com aquecimento de aproximadamente 30 minutos, período em que a iluminação da Bombonera era precária – os principais holofotes só foram acesos a partir da segunda metade da atividade, quando os jogadores já disputavam descontraído rachão em metade do campo. Por fim, Tite separou o grupo para trabalhos de bola parada.

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Mais cedo, no hotel em que a delegação está hospedada, ele já havia confirmado que a equipe será a mesma que treinou na manhã de segunda-feira, no CT Joaquim Grava: Cássio; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Paulinho, Ralf, Danilo e Alex; Jorge Henrique e Emerson.

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O treinador também destacou a necessidade de não se influenciar pela pressão da torcida argentina no acanhando estádio. “A Bombonera tem uma mística especial. O torcedor fica muito próximo, mas a essência é ficar concentrado no jogo. Focar nessa situação. No Pacaembu é assim também, na Vila Belmiro é assim, o equilíbrio emocional se foca no jogo”, avaliou.

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com Gazeta