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Acusado de provocar acidente com Ghiggia tem prisão decretada

Caminhoneiro que bateu no carro do uruguaio pode ficar de dois a três anos na cadeia

EFE | - Atualizada às

O caminhoneiro acusado de ter provocado o acidente que envolveu o campeão mundial Alcides Ghiggia teve sua prisão decretada nesta segunda-feira, no Uruguai. O autor do gol que decretou a vitória da "Celeste Olímpica" sobre o Brasil na final da Copa de 1950 (no episódio que ficou conhecido como "Maracanazo") está em uma clínica de Montevideu, com politraumatismo. Seu estado é considerado grave.

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AP
Ghiggia está em coma induzido no Uruguai

A juíza Gabriela Merialdo explicou à emissora de televisão "Canal 10" as motivações de sua decisão: "Foi imperícia do motorista do caminhão atravessar a estrada com um veículo dessas dimensões e não calcular que não havia tempo para a manobra". O acidente com o ex-jogador, de 85 anos, aconteceu na última quarta-feira, em uma estrada nos arredores de Montevidéu, próximo de Las Piedras, cidade onde vivia. O acusado, um homem de 66 anos, pode ser condenado a uma pena entre dois e três anos de prisão, pelas graves lesões que causou. Ele já estava detido e permanecerá preso.

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A juíza rejeitou o argumento inicial do motorista, de que teria se distraído devido a um acidente registrado nas imediações. Segundo Gabriela Merialdo, não houve registro de nenhum acidente próximo ao local onde o caminhão e o veículo de Ghiggia colidiram. O ex-jogador da seleção uruguaia sofreu lesões na cabeça, pélvis, perna e tórax. A esposa e a cunhada de Ghiggia também sofreram lesões.

E MAIS: Autor do gol do "Maracanazo", Ghiggia bate e é internado em estado grave

Devido a instabilidade no estado de saúde do ex-atleta, os médicos que o atendem resolveram induzí-lo ao coma. Segundo os médicos, "a situação do paciente é grave, com instabilidade respiratória". Ghiggia sofre com obstrução dos brônquios e no sábado passou por uma pequena intervenção para que houvesse melhora na sua transmissão de ar. Em declarações ao "Canal 10", o diretor do Instituto de Segurança e Educação Viária do Uruguai, Arturo Borges, opinou que não é possível atribuir 100% de culpa ao motorista do caminhão.

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