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Valdivia se emociona com vitória sobre o Grêmio e apoio do Palmeiras

À distância, meia acompanhou o triunfo dos companheiros em pleno estádio Olímpico

Francisco De Laurentiis - iG São Paulo | - Atualizada às

Francisco De Laurentiis
Valdivia recebeu apoio de vários colegas

O meia Valdivia estava suspenso do primeiro duelo das semifinais da Copa do Brasil, diante do Grêmio, mas mesmo se estivesse à disposição do técnico Luiz Felipe Scolari, não poderia entrar em campo por motivos psicológicos - na quinta-feira passada, quando saía de uma locadora de vídeos, o chileno foi vítima de um seqüestro relâmpago e quase uma semana depois ainda não conseguiu se recuperar do baque.

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À distância, o meio-campista acompanhou a vitória dos companheiros em pleno estádio Olímpico, em Porto Alegre, por 2 a 0 (gols de Mazinho e Barcos), e ficou emocionado com a homenagem prestada pelo capitão Marcos Assunção, que dedicou o ótimo placar do Palmeiras a Valdivia. Sobre a participação no segundo e decisivo confronto, na Arena Barueri, ele não quis nem comentar.

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"Agradeço ao Assunção pela dedicação dessa vitória e aos outros integrantes do elenco por terem se lembrado de mim. Eu me emociono muito", disse o jogador, com os olhos marejados, antes de elogiar a atuação dos companheiros: "Eu tinha muita vontade de estar nesse jogo, porque o Palmeiras jogou como em final de Copa do Mundo, com uma aplicação tática boa. Esse comprometimento não é novidade para mim". Veja outros atletas que tiveram problemas com violência:

Após o sequestro relâmpago, alguns atletas do Palmeiras, além do gerente César Sampaio e do técnico Luiz Felipe Scolari ligaram para Valdivia, como o argentino Barcos e o goleiro Bruno: "Os amigos deram força, porque eu fui embora e larguei celular, larguei tudo. Aí quando fui ver tinha mensagens de vários amigos. Recebi muito apoio por parte da diretoria, comissão técnica. Do Bruno, goleiro, do Barcos, que fala a minha língua".

E MAIS: Valdivia diz que bandido ligou para amigos e celebrou crime "famoso"

"Vim aqui para agradecer o apoio de muita gente, o apoio do Palmeiras, da maioria dos torcedores, do treinador, que quando eu fui embora daqui pro Chile me ligou para perguntar como estava. Eu não podia falar, estava dormindo. Ainda é muito cedo para tudo, eu conversei com o César Sampaio, ele disse que já passou por isso e que fica mais ou menos um mês para se acalmar. O professor contou história da mulher dele, que até hoje não esquece. Está difícil", comentou Valdivia, que explicou todo o seqüestro em uma coletiva de imprensa realizada na manhã desta quinta-feira.

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