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Futebol
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Rivais centenários, Corinthians e Santos fazem duelo mais importante da história

Desde 1913, ano do primeiro confronto, Corinthians e Santos não disputam algo tão grandioso como uma vaga numa final de Libertadores

Bruno Winckler e João Pontes, iG São Paulo | - Atualizada às

Gazeta Press
Neymar será mais uma vez perseguido por Ralf

O clássico de gigantes mais antigo do Estado de São Paulo tem nesta quarta-feira o capítulo mais grandioso de uma história quase centenária. Santos e Corinthians , que fizeram o primeiro confronto desta rivalidade há 99 anos, nunca estiveram frente a frente por algo tão grandioso como uma final de Libertadores . E é por ela que os dois times centenários iniciam na Vila Belmiro, a partir das 21h50, o primeiro de dois jogos que já estão gravados na história.

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Tricampeão, com quatro finais no currículo, e defendendo o troféu conquistado no ano passado, o Santos tenta impedir que o Corinthians chegue onde nunca esteve. O título da Libertadores, realidade para todos os rivais corintianos no Estado, faz com que são-paulinos e palmeirenses engrossem as fileiras de apoio ao Santos. Os corintianos vêem como normal o apoio de todos seus rivais da capital ao Santos. 

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"É da característica do Corinthians. Tem esse de amar ou odiar. Vejo como o Flamengo no Rio. Tem a maioria da torcida e por isso os outros torcem contra. Mas isso é do futebol", disse o técnico Tite na véspera do confronto. "Talvez por envolver tantas torcidas, este jogo se torne ainda mais especial", completou.

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Desde aquele 22 de junho de 1913, data do primeiro duelo entre Santos e Corinthians (vencido pelos santistas por 6 a 3), os dois rivais se enfrentaram 304 vezes. 

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O santista se recorda de Pelé e dos 11 anos sem perder para o Corinthians do "Rei" e seus companheiros. Lembram ainda da "final" do Paulista de 1984, vencido com um gol de Serginho Chulapa. Há também a final do Brasileiro de 2002, que interrompeu uma fila 18 anos de títulos importantes.

Já o corintiano, soberano no retrospecto com 122 vitórias contra 97 do Santos (foram ainda 85 empates), não se esquece das semifinais do Paulista de 2001, vencida nos acréscimos com gol de Ricardinho, da final do Paulista de 2009 e os gols magistrais de Ronaldo na Vila e ainda da goleada por 7 a 1, a maior da campanha do título brasileiro de 2005.

Neymar se espelha em Robinho e Pelé para virar carrasco do Corinthians

São muitos jogos, muitas lembranças, mas o que está reservado para esta e a próxima quarta-feira é maior, avaliam os próprios personagens do confronto. "Sabemos que a pressão existe em todo lugar, ainda mais em um clássico que envolve muitas coisas. Além da rivalidade natural entre os dois clubes, entre as duas torcidas, não é toda vez que partidas como essa definem um finalista da Libertadores", disse Neymar, que tenta repetir Pelé e ser bicampeão da Libertadores.

Com defesa de Mano em xeque, Arouca e Paulinho fazem clássico dos "preteridos"

As duas equipes vão mal das pernas no Campeonato Brasileiro e ainda não venceram em quatro rodadas, mas com reservas na maioria dos jogos, tanto Tite, como Muricy Ramalho, admitem que neste momento é evidente que vão privilegiar a Libertadores. 

O Corinthians está escalado com a mesma formação que venceu o Vasco há três semanas. Tite tenta aproveitar o entrosamento destes 11 titulares para ao menos marcar um gol na Vila. No Santos, o mistério sobre a entrada ou não de Ganso deve perdurar até momentos antes da partida. O meia, recém operado, ainda está em recuperação.

FICHA TÉCNICA - SANTOS x CORINTHIANS
Local: Estádio Urbano Caldeira, Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 13 de junho de 2012, quarta-feira
Horário:
21h50 (de Brasília) 
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa-RJ)
Assistentes: Dibert Pedrosa e Roberto Braatz 

SANTOS: Rafael; Henrique, Edu Dracena, Durval e Juan; Adriano, Arouca, Elano e Paulo Henrique Ganso (Borges ou Léo); Neymar e Alan Kardec. Técnico: Muricy Ramalho

CORINTHIANS: Cássio; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Alex e Danilo; Jorge Henrique e Emerson. Técnico: Tite

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