Felipe quer tirar proveito da ansiedade do Flamengo

Meia vascaíno acredita que adversário jogará a vida domingo no Engenhão para apagar fiasco na Libertadores

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

Quando a bola rolar domingo, no Engenhão, para Flamengo e Vasco , pela semifinal da Taça Rio – segundo turno do Campeonato Carioca -, o primeiro semestre estará em xeque para o clube rubro-negro. Eliminado ainda na fase de grupos da Copa Libertadores, o time, se der adeus ao estadual, ficará “parado”, treinando apenas para o Brasileiro. Na Gávea, Joel Santana também corre o risco de perder o emprego. Ou seja, a pressão é toda rubro-negra no fim de semana.

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AE
Meia Felipe já jogou pelas duas equipes
Experiente, Felipe diz que o time adversário entrará em campo jogando a vida. Do outro lado, o Vasco, assegurado nas oitavas de final do torneio sul-americano, irá a campo sem pressão. A tática, avisa o meia cruzmatino, é tirar proveito disso. Uma vitória sobre o maior rival pode amenizar a crise que já assola o clube.

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"Então vamos tirar proveito da ansiedade deles em querer (nos) vencer para apagar a imagem da Libertadores", comentou Felipe, que vestiu a camisa dos dois clubes e sabe bem como é o ambiente que antecedo os jogos decisivos em ambos os lados.

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Para o compromisso deste fim de semana, o Vasco terá uma formação ofensiva. Do meio-campo para frente, Cristóvão vai escalar somente Rômulo com características exclusivas de marcação. No mais, o time terá Felipe, Juninho Pernambucano, Diego Souza, Eder Luis e Alecsandro. Atrás, a formação é Fernando Prass; Fágner, Rodolfo, Renato Santos e Thiago Feltri.

Felipe não acredita que esta formação tornará a equipe vulnerável.

“O Vasco tem um grande elenco, tem variedade, jogadores para isso. O importante é se ajudar dentro de campo, na marcação. Já nos conhecemos, podemos variar o posicionamento de uma hora para outra sem problema”, advertiu o camisa 6 de São Januário, comentando a expectativa por mais um clássico.

“Sem manias em semana de clássico. Apenas ansiedade. A motivação é enorme. Se você jogou um ou dez vezes, vai querer jogar mais outras vezes para fazer bem feito e poder sair na rua com a sensação do dever cumprido”.

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