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Irmão de R10 é condenado a prisão por lavagem de dinheiro

Roberto de Assis Moreira pode recorrer de sentença de cinco anos em liberdade

iG Porto Alegre |

AE
Depois de encerrar a carreira em 2011, Assis (E) passou a cuidar dos negócios do irmão

Roberto de Assis Moreira, irmão e empresário de Ronaldinho Gaúcho , meia do Flamengo , foi condenado a cinco anos e cinco meses de prisão, em regime semi-aberto, por lavagem de dinheiro. Na tarde desta terça-feira, o ex-jogador foi considerado culpado na acusação de sonegar impostos e lavagem de dinheiro em duas transações financeiras nos valores de US$ 1,5 milhão e R$ 776.480,28, respectivamente. Ele pode recorrer em liberdade.

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A sentença, do juiz José Paulo Baltazar Junior, foi publicada no site do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. A denúncia partiu do Ministério Público Federal após investigação da Polícia Federal. Os fatos apurados ocorreram em 2003 e 2004.

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De acordo com a denúncia, Assis contribuiu para que fossem sonegadas informações ao Banco Central sobre transferência e câmbio de US$ 884.496,00 mil além de depositar US$ 125 mil em banco na Suíça sem prestar esclarecimentos à Receita Federal – o que totaliza US$ 1,5 milhão. Ele ainda, conforme o Ministério Público Federal, ocultou movimentações de propriedade no valor de R$ 776.480,28.

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A origem do dinheiro seria da carreira como jogador de futebol, encerrada em 2001. Assis começou no Grêmio e passou por Corinthians, Fluminense e Vasco no Brasil além de times de menor expressão na Europa.

Este não é o único problema enfrentado pelo ex-jogador. A prefeitura de Porto Alegre considerou o Instituto Ronaldinho Gaúcho, que encerrou a atividade de atender 700 crianças carentes em 2011, devedor de R$ 800 mil. A Câmara de Vereadores instaurou CPI para apurar o repasse de R$ 6 milhões desde 2006.

A casa noturna Planet Hall, também de propriedade de Assis, foi fechada após um assassinato ser cometido em sua frente. E o Porto Alegre, clube da família, fechou as postas após ser rebaixado para a segunda divisão estadual em 2011. Sem falar no ódio dos gremistas por duas negociações envolvendo R10. Em 2001, o jogador foi para o PSG sem gerar lucro. E, no ano passado, preferiu o Flamengo ao Grêmio no retorno ao Brasil.

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