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Chegada do novo preparador motiva os goleiros do Atlético-MG

Reserva até semana passada, Giovanni já fala até em ser convocado para defender a seleção brasileira

Victor Martins, iG Belo Horizonte |

Bruno Cantini/Clube Atlético Mineiro
Agora titular, Giovanni acredita que pode chegar à seleção brasileira trabalhando com Chiquinho
A simples chegada de Francisco Cersósimo, o Chiquinho , parece que já fez bem aos goleiros do Atlético-MG . Contratado junto ao Grêmio para cuidar da preparação dos arqueiros atleticanos, o novo profissional alvinegro e integrante da seleção brasileira chegou falando que vai trabalhar o lado emocional dos goleiros do Atlético-MG.

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“O treinador de goleiros trabalha como um personal trainer. Engloba vários fatores, como trabalho físico e emocional. Você começa a fazer isso no dia a dia, com conversa antes do treino, depois do treino, mostrando a qualidade do profissional, elevando a auto-estima dele, mostrando que confiamos nele. Com o tempo, você vai conseguindo que os goleiros comecem a melhorar a auto-estima”, disse Chiquinho em sua apresentação.

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E bastou apenas um treino para o trabalho dele fazer efeito. Na entrevista coletiva depois da primeira atividade com o novo preparador de goleiros do Atlético-MG, o agora titular Giovanni falou até em ter uma oportunidade na seleção brasileira. Ao ser perguntado sobre o trabalho de Chiquinho, o camisa 1 do time alvinegro falou até em ser convocado, mostrando que a motivação superou a razão.

“É um excelente profissional, mostrou isso durante a carreira. Já deu para sentir que é um excelente treinador. Já chegou dando confiança, conversando. O trabalho dele é excelente. Dá moral para a gente, ele é da seleção e está perto da gente. Vamos trabalhar para, quem sabe, ter uma oportunidade na seleção”.

Chiquinho chega ao Atlético-MG para tentar colocar fim ao rodízio estabelecido no gol atleticano desde a saída de Diego Alves, em junho de 2007, nove goleiros diferentes já foram titulares do time. Para o novo preparador alvinegro, o primeiro momento vai ser de observação e conversa.

“Primeiro, é você chegar e analisar um contexto geral. Depois, além dos treinamentos, é você ir conversando individualmente com todos e mostrando que o atleta de futebol profissional, principalmente o goleiro, tem que estar preparado para as fases boas e ruins, porque os erros acontecem. Não pode abaixar a cabeça e achar que o mundo está contra ele”.

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