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Futebol

30/11 - 20:15

Candidatos a 2018 e 2022 sonham em receber Copa pela 2ª vez

Dos 11 países que sonham em ganhar a confiança da Fifa para se tornar anfitriões nos Mundiais, apenas cinco já tiveram a experiência anteriormente

EFE

Com uma Copa do Mundo em sua história, Espanha, Inglaterra, Estados Unidos, Coreia do Sul e Japão tentarão na eleição da próxima quinta-feira, em Zurique, sediar a principal competição do futebol mundial pela segunda vez.

Dos 11 países que sonham em ganhar a confiança da Fifa para se tornar anfitriões para 2018 ou 2022, apenas esses cinco já tiveram a experiência anteriormente.

Rússia, Portugal (em candidatura conjunta com a Espanha) Bélgica e Holanda (também em dupla), Austrália e Catar buscam estrear como anfitriões do Mundial.

Entre os candidatos que já sediaram a Copa uma vez, a Inglaterra, postulante a 2018, é a que guarda melhores recordações. A única estrela bordada no uniforme do 'English Team' foi conquistada em 1966, jogando em casa.

Coreia do Sul e Japão também alcançaram seu melhor resultado como anfitriões, em 2002, quando receberam a competição conjuntamente. Os sul-coreanos chegaram às semifinais e ficaram com o quarto lugar, enquanto os japoneses caíram nas oitavas.

Em 1996, 30 anos depois do sucesso em seu Mundial, os ingleses receberam a Eurocopa, após ter tentado sem sucesso que Birmingham sediasse os Jogos Olímpicos de 1992. Antes da conquista de Londres para 2012, Manchester foi derrotada para 1996 e 2000.

Já a Espanha caiu nas quartas de final da Copa de 1982, disputada em seu território, e viu Paolo Rossi e companhia derrubarem a seleção brasileira na mesma fase e a Alemanha na grande decisão. Ainda como secretário-geral da Fifa, o atual presidente da entidade, Joseph Blatter, comprovou a boa organização do país há 28 anos.

Os espanhóis também receberam os Jogos Olímpicos de 1992, realizado em Barcelona, e chegaram perto de repetir o feito em 2016, mas Madri foi derrotada pelo Rio de Janeiro na eleição ocorrida no ano passado. Derrotada por Portugal na votação de 1999 para a Eurocopa de 2004, a Espanha se uniu ao país vizinho para tentar organizar o Mundial de 2018.

Os outros aspirantes ao Mundial marcado para daqui a oito anos tentam convencer a Fifa pela primeira vez. Bélgica e Holanda obtiveram sucesso ao organizarem a Euro-2000, embora não tenham tido concorrência na eleição. Os dois países foram os precursores do modelo conjunto, visto dois anos depois na Copa e em 2008 na própria Euro, sediada por Áustria e Suíça. Em 2012, será a vez de Polônia e Ucrânia organizarem a competição continental.

Sem receber um grande evento desde os Jogos Olímpicos de 1980, em Moscou, e se preparando para os Jogos de Inverno, daqui a quatro anos, em Sochi, a Rússia não teve sucesso em suas outras tentativas para Eurocopa (2008) e Olimpíada (2004, com São Petersburgo, e 2012, com Moscou).

Na corrida por 2022 também há especialistas e novatos. Os Estados Unidos já receberam a confiança da Fifa ao organizar a Copa de 1994, mesmo sem grande tradição no futebol. Agora, tentam repetir a dose com um vice-campeonato da Copa das Confederações de 2009 em algumas participações nas fases de mata-mata do Mundial na bagagem.

Entre todos os candidatos, os que sediaram o torneio mais recentemente foram Coreia do Sul e Japão, que há oito anos receberam juntos a primeira Copa da Ásia e agora tentam a sorte de forma independente.

Catar, que se oferece para ser o primeiro país do Oriente Médio a organizar a competição, e Austrália estreiam na lista de postulantes. A capital catariana, Doha, já sofreu a rejeição do Comitê Olímpico Mundial (COI) quando fez parte do pleito para os Jogos de 2016. O grande empecilho foram as altas temperaturas e as datas propostas para o evento justamente por conta do calor.

Com as boas lembranças dos Jogos de Sydney, em 2000, os australianos querem organizar a primeira Copa da Oceania, apesar de o país fazer parte atualmente da Confederação Asiática de Futebol.


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