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13/09 - 14:07

Situação pode não concorrer à presidência do Grêmio
Situacionistas detêm menos conselheiros do que os 30% exigidos para que um candidato saia do conselho como apto a disputar os votos dos associados.

Gazeta Esportiva

São grandes as chances de que o atual grupo situacionista dentro do âmbito político do Grêmio não apresente candidatura à presidência do clube. O pleito, que ocorre em outubro, só tem confirmado o ex-presidente Paulo Odone (1987-90 e 2005-08) como candidato, representando a oposição.

As eleições para renovação de metade do Conselho Deliberativo gremista, ocorridas neste sábado, ampliaram esta possibilidade. A Chapa 1, do grupo de Odone, foi a única a ultrapassar o mínimo de 30% dos votos dos associados, e colocou todos os 150 nomes inscritos. O grupo de situação e uma terceira chapa, composta apenas por sócios do Grêmio, não conseguiu colocar uma cadeira sequer.

Com isso, os situacionistas detêm cerca de 70 dos 300 conselheiros do clube, número abaixo dos 30% exigidos para que um candidato à presidência saia do conselho como apto a disputar os votos dos associados. Para evitar um constrangimento deste tipo, a situação não deve nem mesmo lançar candidatura que concorra com a de Odone.

Na semana passada, o atual presidente, Duda Kroeff, diz não pensar em concorrer enquanto o Grêmio não estivesse em situação tranquila na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro. Fábio Koff, que apoia a situação, também dificilmente aceitará participar do pleito, em virtude de seu mandato à frente do Clube dos 13.

Os números da eleição de sábado no Grêmio:

Chapa 1 (oposição): 2.327 votos (50,4%)
Chapa 2 (situação): 1.159 votos (25,1%)
Chapa 3 (terceira via): 1.129 votos (24,5%)
Brancos: 6 (0,1%)
Nulos: 13 (0,3%)
Total de votos: 4.624


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