Futebol
06/11 - 20:00
"Asa negra", Fluminense volta ao caminho de Muricy
No ano passado, o treinador estava no comando do São Paulo na eliminação frente aos cariocas nas quartas de final da Libertadores da América
Gazeta Esportiva
RIO DE JANEIRO - O Fluminense não é um adversário que traz grandes lembranças a Muricy Ramalho. No ano passado, o treinador estava no comando do São Paulo na eliminação frente aos cariocas nas quartas de final da Libertadores da América. No Campeonato Brasileiro, o time do Morumbi foi o campeão, mas poderia ter comemorado o título em casa e com antecipação. Acabou atrapalhado novamente pelo rival das Laranjeiras.
"Eu penso no Fluminense na atualidade, agora é outro campeonato, nem lembrava mais dessas partidas. Mas tomara que, se não vencermos o Fluminense, eu possa ser campeão como ocorreu no ano passado", minimizou o treinador, descartando qualquer tipo de preocupação com o retrospectivo negativo.
Para Muricy Ramalho, a ordem é tentar encontrar fórmulas que encerrem a grande fase do Fluminense. Contando os jogos de Campeonato Brasileiro e Copa Sul-americana, os comandados de Cuca somam oito jogos sem perder, fato que traz um novo fôlego na briga contra o rebaixamento.
Dono de capacidade incomum para marcar gols, o centroavante Fred é o principal nome ofensivo do Fluminense. Ainda assim, Muricy Ramalho alerta para as peças que costumam abastecer o goleador, que disputou a Copa do Mundo de 2006, na Alemanha.
"Não é só o Fred. Ontem não marcaram o Maicon, que meteu a bola do gol (contra a Universidad de Chile). Sabemos que o Fred é goleador, muito perigoso dentro da área, então precisamos ter atenção com as bolas do lado do campo. Vamos orientar nossos jogadores", prometeu o comandante alviverde.
Obrigação
No Maracanã, Palmeiras e Fluminense precisam do triunfo por objetivos distintos. Em busca do primeiro título pelo Verdão, Muricy Ramalho acredita que a obrigação de vitória é maior para os cariocas, que brigam desesperadamente contra o rebaixamento.
"O grande problema é que o empate para eles é muito ruim, a verdade é essa. Mas não acredito em mudanças táticas da parte do nosso adversário. Todo time tem sua maneira de jogo muito definida sem a bola e com a bola", analisou o técnico.
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