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Futebol

13/10 - 19:00

Costa Rica, de Renê Simões, briga por última vaga da Concacaf com Honduras
Na estreia do brasileiro à frente da equipe, sábado passado, costarriquenhos ganharam de Trinidad e Tobago por 4 a 0

EFE

SAN JOSÉ (Costa Rica) - Comandada pelo técnico brasileiro Renê Simões, a Costa Rica chega na última rodada do hexagonal final das Eliminatórias da Concacaf à Copa de 2010 brigando diretamente com Honduras pela última vaga direta.

Em sua estreia à frente da equipe, sábado passado, costarriquenhos ganharam de Trinidad e Tobago por 4 a 0, em casa, e foi aos 15 pontos na disputa, na terceira colocação.

Agora a seleção vai a Washington pegar os Estados Unidos, líderes do hexagonal com 19 pontos e que garantiram presença no Mundial no sábado, ao virar para cima de Honduras por 3 a 2 na casa do rival.

"Estamos pensando em um jogo de cada vez. Temos um teste muito perigoso e esta é uma partida na qual temos de pensar. Há a chance de classificar diretamente e tentaremos isso. Não pensamos na repescagem ou nada assim, apenas nos nossos compromissos", apontou Renê Simões ao site da Fifa.

Apesar de ter vaga garantida na África do Sul, os americanos chegam para a partida em busca de outro resultado positivo e confirmar a primeira posição.

Já Honduras, que tem 13 pontos, vai a San Salvador jogar contra El Salvador, que fez apenas oito e não tem mais chance de vaga. A derrota do fim de semana para os americanos frustrou os planos dos hondurenhos, que precisam vencer e torcer por um tropeço da Costa Rica.

Caso não pontuem, ficarão condenados à repescagem com o quinto colocado da América do Sul - atualmente o Uruguai. "Todos queremos ir ao Mundial. Temos um compromisso social e profissional com a torcida de Honduras", disse o treinador colombiano Reinaldo Rueda à imprensa após a chegada a San Salvador.

O México tem missão mais fácil. Já classificado, joga com os trinitenses em Port of Spain e tem boas chances de terminar na ponta o hexagonal final - está com 18 pontos, a um dos EUA. O adversário está na lanterna, com apenas oito.

A liderança daria novamente ao país o título "simbólico" do hexagonal final, perdido para os americanos nas duas últimas edições. E pode ser uma chance de aparecer como cabeça-de-chave no sorteio dos grupos da Copa, como em 2006 - embora isso dependa de outros fatores.

O zagueiro Rafael Márquez, do Barcelona, e o atacante Guillermo Franco, do West Ham, desfalcam o México. O primeiro está suspenso por acumular cartões amarelos, enquanto o segundo não foi chamado para este jogo.

O técnico Javier Aguirre não chamará outros para suprir os desfalques, o que reduz o elenco para apenas 19 jogadores.


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