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07/10 - 09:51

Benazzi: "Se o nosso acesso é dúvida, o São Caetano já era"

Técnico crê que praticamente deixou para trás o Azulão, time situado uma posição abaixo

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - No melhor dos cenários, havia duas opções para a partida desta terça-feira, entre Portuguesa e São Caetano, em Mogi Mirim. Na primeira, a Lusa venceria e manteria sua ascensão ao G-4. Na outra, o Azulão se recuperaria de tropeços ao vencer seu último duelo direto e embalaria para buscar a vaga. Nenhuma delas ocorreu e, com cinco expulsos, os times não passaram de um empate por 1 a 1.

"Série B é isso", disse o técnico Benazzi, ao se mostrar satisfeito com o ponto conquistado. Apesar de manter a Lusa ainda distante dos quatro melhores - na 6ª colocação, cinco pontos atrás do Ceará, 4º colocado, que ainda joga na 29ª rodada -, ele crê que praticamente deixou para trás o Azulão, time situado uma posição abaixo: "Se nós, que estamos com 45 pontos, temos nossas chances de acesso como dúvida, então o São Caetano já era".

O fato de ter terminado o jogo com apenas oito atletas em campo - teve três expulsos, enquanto o Azulão teve dois - transformou a percepção do elenco rubro-verde quanto ao resultado. "No primeiro tempo jogamos bem e até dominamos. No segundo, tivemos as expulsões, então é um resultado até bom, por termos jogado com três a menos", analisou o zagueiro Bruno Rodrigo, autor do gol de empate em Mogi Mirim.

"Foi um jogo atípico, mas acho que foi um bom resultado. O time teve poder de reação. Um ponto não é bom para a classificação, mas, se analisarmos friamente a partida, está bom", concordou o atacante Christian, que assistiu tudo das cadeiras numeradas, com outros atletas não relacionados - está em fase final de recuperação de uma lesão muscular.

"Não sei como conseguimos empatar, depois do nervosismo das expulsões", disse Benazzi, ainda com os olhos vermelhos e com a testa suada. "Foi um resultado bastante interessante pelo que poderia ter acontecido. Tivemos uma luta muito grande, mas temos que continuar buscando. Muita coisa ainda pode acontecer", complementou.


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