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Futebol

20/05/2009 - 16:57

São-paulinos focam clássico para não prejudicar "jogo do ano"

Preocupação também é evitar que um tropeço no Palestra Itália influencie no desempenho do time na próxima quarta, pela Libertadores

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - O São Paulo encara o duelo deste domingo contra o Palmeiras como uma "decisão". A importância dada ao clássico, porém, não se limita a impor um fim ao jejum de um mês sem vitórias e somar pela primeira vez três pontos nesta edição do Brasileiro. A preocupação também é evitar que um tropeço no Palestra Itália influencie no desempenho do time na próxima quarta-feira, quando visita o Cruzeiro pela Libertadores.

"Temos que pensar jogo a jogo. Primeiro vem o Palmeiras, que é um clássico e um resultado adverso pode influenciar o jogo seguinte, que é o jogo do ano para o São Paulo", classificou Zé Luis, sem esconder o alerta que um triunfo alviverde deve gerar às vésperas do primeiro confronto pelas quartas de final do torneio continental.

"Os dois confrontos contra o Cruzeiro serão jogos difíceis, de Libertadores. E teremos um clássico que é importante porque a equipe ainda não venceu no Brasileiro e necessitamos desta vitória para fazer um bom jogo. Respeitamos a grande equipe do Palmeiras, mas encaramos este jogo como uma decisão", continuou o volante.

Eduardo Costa, por sua vez, é mais cauteloso ao analisar possíveis conseqüências de um fracasso neste fim de semana. "Uma derrota, ainda mais em um clássico, com certeza mexe um pouco com o psicológico. Mas não podemos entrar nessa. São competições distintas. Nosso objetivo é vencer o Palmeiras, mas, se não der, muda o disco", pediu.

"O objetivo principal do clube é a Libertadores. É lógico que, chegando o jogo decisivo, uma vitória no clássico da animação, passa uma confiança melhor para nós e para os torcedores. Mas ainda é cedo para pensar no Cruzeiro porque tem um jogo muito importante contra o Palmeiras", completou o ex-gremista.

Diante da possibilidade de entrar mais pressionado Mineirão, o pedido dos atletas é que Muricy Ramalho entre com força máxima no Choque-Rei. "O momento não é de poupar ninguém, é de conseguir uma dinâmica de vitórias", recomendou Eduardo Costa. "Clássico não tem isso. Poderia ter jogo na terça-feira ou até na segunda-feira que os dois vão com seus melhores times. Clássico tem que se vencer", reforçou, mais enfático, Zé Luis.


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