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Futebol

21/04/2009 - 11:59

Capinzal da Fazendinha vira cenário de comercial

Mesmo sem a reforma do gramado completa, estádio corintiano foi usado por Chicão e Douglas

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - O campo da Fazendinha foi enfim 'inaugurado' nesta terça-feira. Não, a reforma do gramado para 2009 não foi concluída - está parada há muitos meses, aliás. Mesmo assim, o zagueiro Chicão e o meia Douglas, devidamente uniformizados, adentraram no matagal para fazer firulas diante das câmeras, em um anúncio publicitário do Corinthians.

Utilizado como centro de treinamento oficial do Timão, o Parque São Jorge vem sendo frequentado pelos atletas corintianos apenas nos treinamentos físicos, na academia. O campo, cuja reforma foi paralisada tão logo começou, não tem qualquer condição de receber um coletivo ou rachão. A grama está enorme, judiada, ressecada. Chega a formar ligeiros morros em determinadas regiões. Nada que impedisse as brincadeiras de Chicão e Douglas.

Ocupando um pequeno espaço do campo em que a grama estava mais curta e plana, os corintianos posaram para as fotografias simulando cobranças de pênalti e ainda realizaram algumas embaixadinhas e pedaladas. A presença dos dois jogadores despertou a curiosidade de jornalistas e torcedores presentes no Parque São Jorge. Mas também não durou muito tempo.

Após esse 'bico' de Chicão e Douglas como modelos fotográficos, o técnico Mano Menezes tratou de esfriar qualquer burburinho sobre a necessidade de as obras no campo da Fazendinha serem retomadas. O treinador, aliás, ainda fez uma comparação inusitada para expressar sua opinião sobre o assunto.

"A ausência do nosso gramado é quase como o Escudero: não é desfalque de última hora", declarou o treinador corintiano, que o mesmo dia cancelou a viagem a Extrema para a concentração até o jogo de domingo, contra o Santos, pela final do Campeonato Paulista. A preparação do elenco alvinegro será feita no Parque Ecológico.

"O fato de não podermos contar com o campo do Parque São Jorge não muda nada o nosso planejamento. Estamos trabalhando em Itaquera há mais de 90 dias, então não vamos supervalorizar uma situação que já está contornada há bastante tempo", pediu o gaúcho.

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