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24/03 - 17:19

Brasil prega "atitude na altitude" contra jejum no Equador
A partida em Quito, a 2800 metros acima do nível do mar, será o primeiro compromisso oficial da seleção este ano

Reuters

RIO DE JANEIRO (Reuters) - Sem conseguir vencer o Equador fora de casa nas últimas três partidas das eliminatórias da Copa do Mundo, a seleção brasileira aposta numa postura de "atitude na altitude" para quebrar o incomodo jejum e manter no trilho a classificação para o Mundial da África do Sul. O Brasil, vice-líder das eliminatórias com seis pontos a menos que o Paraguai, começou nesta terça-feira a preparação para a partida em Quito, no domingo, e o jogo de 1o de abril contra o Peru, em Porto Alegre.

"Há uma motivação em saber que o Brasil não vence lá há algum tempo", disse a repórteres o zagueiro e capitão Lúcio, antes do início dos treinos da equipe no centro de treinamentos da Granja Comary, em Teresópolis (RJ). "A altitude dificulta e prejudica. Precisamos de atitude na altitude", acrescentou o jogador.

A partida em Quito, a 2800 metros acima do nível do mar, será o primeiro compromisso oficial da seleção este ano, após a vitória do mês passado por 2 x 0 no amistoso contra a Itália.

Depois de duas derrotas por 1 x 0 no Equador nas eliminatórias de 2002 e 2006, um empate seria visto com bons olhos pela comissão técnica da seleção.

Já para o jogo em casa contra o Peru, a vitória é considerada como obrigação, já que a equipe empatou por 0 x 0 em seus últimos três jogos como mandante no torneio.

No início da preparação, o técnico Dunga não pôde contar com o meia Kaká e o atacante Adriano, ambos poupados porque se apresentaram contundidos.

Kaká inclusive será submetido a uma tomografia para avaliar a extensão de sua contusão no pé esquerdo, enquanto Adriano fará fisioterapia para um problema no tornozelo.

O volante Felipe Mello, da Fiorentina, que foi titular contra a Itália logo em sua primeira convocação para a seleção, pode ganhar uma nova chance na equipe, o que representaria sua estreia nas eliminatórias.

"Quero mostrar serviço e vou ter mais tempo para isso. Quero entrar, se tiver oportunidade, para não sair mais", afirmou o jogador, que também nunca jogou pela seleção no Brasil.

Após 10 rodadas entre as 18 das eliminatórias, o Brasil soma 17 pontos, ante 23 do líder Paraguai. Argentina e Chile, com 16, vêm em seguida, e o Uruguai é o quinto, com 13. O Equador (12 pts) é o sexto colocado e o Peru (7 pts), o 10o.


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