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Futebol

07/02 - 02:28

Guia da Libertadores 2009 - Grupo 5
Cruzeiro-BRA, Estudiantes-ARG, Deportivo Quito-EQU e Universitario de Sucre-BOL

Trivela.com

O favorito

Talvez beneficiado pela crise econômica, a janela de transferências para a Europa não causou a habitual estrago no elenco do Cruzeiro. Por esse motivo, e também pela continuidade do trabalho de Adílson Batista, o time é, de longe, o favorito do grupo. O maior entrosamento deve pesar a favor do time, que no anos passado já conseguiu bons resultados, e fazê-lo chegar mais longe na Libertadores do que em 2008. No ano passado, o time sofreu com a altitude de Potosí, foi goleado e por sua colocação encontrou o Boca Juniors, caindo nas oitavas.

A única baixa importante sofrida pelo clube foi por um bom motivo. O jovem Guilherme deu lugar a um atacante mais experiente e que parece já ter mais o espírito da competição. Kléber, pelo menos a curto prazo, deve ser mais útil, e a troca pode ser considerada um ótimo negócio. No ano passado ficou claro que o grupo sentiu a falta de experiência.

O coadjuvante

O Estudiantes chega credenciado pela boa campanha na Copa Sul-Americana do ano passado, em que deu mais trabalho do que se esperava e por pouco não roubou o título do Inter no Beira-Rio. Na ocasião, a equipe mostrou aplicação tática, força na marcação, além da garra que caracteriza as equipes argentinas. A sétima colocação no último Apertura, entanto, dá a entender que o segundo lugar no grupo já é o bastante.

As zebras

Tanto o Universitario de Sucre quanto o Deportivo Quito apostam na atitude de mais de 2.800m como para surpreender as duas grandes forças do grupo. Os bolivianos venceram o Aperura pela primeira vez na história e até fizeram alguns investimentos, mas nada os tira da condição de zebra absoluta. Mesmo depois de dez anos sem disputar a competição, o Deportivo Quito chega ligeiramente mais cotado: se a rival LDU conseguiu o título no ano passado, imaginar os Chullas nas oitavas-de-final não seria um absurdo tão grande.

O craque do grupo

Apesar dos jovens talentos do Cruzeiro, o grande nome do grupo é mesmo o veterano Juan Sebastián Verón. Assim como nas duas temporadas anteriores, as apostas do Estudiantes concentram-se no camisa 11. O jogador de 33 anos é o principal organizador de jogadas ofensivas e trabalha como articulador dos Pinchas no meio campo. À exemplo do que foi seu pai na década de 60, “La Brujita” é capitão e o maior ídolo da torcida de La Plata.

O jogo-chave

A segunda partida entre Estudiantes e Cruzeiro será disputada em 9 de abril, em La Plata, e deve ser a mais interessante da chave. Além da tradicional rivalidade entre Brasil e Argentina, o jogo marcará o encontro das duas maiores forças do grupo, e, eventualmente, o dos argentinos Verón e Sorín, que já não se bicavam na época em que atuavam pela seleção.

Eles têm história

Cinco títulos somados têm os dois favoritos do grupo. O Estudiantes foi tricampeão entre 1968 e 1970. O Cruzeiro levantou a taça em 1976 e repetiu a dose em 1997.

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