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Futebol

05/02 - 15:15

Amauri continua sendo opção para seleção, diz Jorginho

Amauri havia sido convocado para vaga de Luis Fabiano, lesionado, mas não foi liberado pela Juventus

Reuters

RIO DE JANEIRO - O auxiliar técnico da seleção brasileira, Jorginho, garantiu nesta quinta-feira que o atacante Amauri não ficou "queimado" junto à comissão técnica por não ter sido liberado pela Juventus para o amistoso deste mês contra a Itália. O atacante, de 28 anos, foi chamado pelo técnico Dunga para a vaga de Luís Fabiano -- cortado por contusão -- mas não poderá fazer sua estreia com a camisa do Brasil porque a Juventus não o liberou para a partida.

"O jogador não teve culpa nenhuma, ele não pode se indispor com o clube. Vamos continuar observando. Ele teve boa vontade e sabia que era uma boa oportunidade", disse Jorginho a jornalistas.

"Era desejo do Dunga contar com o Amauri. O jogador não está queimado", acrescentou o auxiliar.

A Juventus alegou que a convocação de Amauri chegou depois do prazo de 15 dias de antecedência estabelecido pela Fifa, e por isso decidiu não ceder o jogador.

Essa seria a primeira convocação para a seleção brasileira de Amauri, que fez carreira no futebol italiano e poderia até ser convocado para defender a Itália quando seu processo de dupla-cidadania for concluído.

Jorginho revelou que Amauri entrou em contato com a comissão técnica do Brasil e fez vários apelos a Juventus para ser liberado.

O amistoso contra a Itália será o primeiro compromisso da seleção brasileira em 2009, e a lista de convocados para a partida conta apenas com jogadores que atuam no exterior.

Segundo Jorginho, a convocação foi feita dessa forma para não prejudicar os clubes brasileiros envolvidos nas competições estaduais e porque os jogadores dos clubes nacionais seriam submetidos a uma mudança brusca de temperatura.

"Temos respeito pelos clubes brasileiros. Não queremos prejudicar os clubes em duas rodadas. Além disso, os jogadores saírem daqui e jogarem numa temperatura abaixo de zero não é bom. Queremos preservar os clubes e os jogadores", afirmou.

(Por Rodrigo Viga Gaier)


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