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Futebol

09/01 - 21:29

Sérgio Corrêa se defende de denúncias de corrupção
Sérgio Corrêa, garante que tudo está dentro de uma normalidade e tudo foi feito de maneira limpa

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - O presidente da comissão nacional de arbitragem, Sério Corrêa, se defendeu nesta sexta-feira das acusações feitas por Jorge Rabello, presidente da comissão de arbitragem do Rio de Janeiro, na última quinta-feira. O mandante da arbitragem nacional disse que o afastamento de Djalma Beltrami da Fifa ocorreu de forma natural e explícita.

Sérgio Corrêa, garante que tudo está dentro de uma normalidade e tudo foi feito de maneira limpa. “O processo de renovação que foi divulgado em 2007 foi um trabalho para o bem do futebol e visando a Copa do Mundo de 2014. Os árbitros foram contatados por mim e conversamos coletivamente e individualmente na Granja Comary e agora eles podem afirmar tudo que foi dito porque participaram da reunião”, disse o mandatário da arbitragem nacional para a Rádio Globo.

O presidente ainda rebateu as críticas e contou que nada foi feito ‘por baixo dos panos’. “Nada foi feito às escondidas, não existem benefícios, o que existe são três árbitros (Wagner Tardelli, Djalma Beltrami e Alicio Pena Júnior) que nacionalmente têm trabalhado normalmente, mas internacionalmente não tem tido oportunidade. Isso que está sendo relatado pelo presidente (Jorge Rabello) da cooperativa (dos árbitros do Rio de Janeiro), na minha opinião, é uma maneira de desestabilizar a comissão nacional, porque ele não tem ingerência sobre o trabalho e quer tomar conta, mas não vão conseguir”, disse.

Entenda o caso - O árbirto Djalma Beltrami e o presidente da comissão de arbitragem carioca, Jorge Rabello, acusaram o presidente da comissão nacional de arbitragem, Sérgio Corrêa, de pedir o afastamento de Beltrami do quadro da Fifa em troca de alguns benefícios, como apitar mais jogos na Série A do Campeonato Brasileiro e até compensações financeiras.

O juiz carioca Djalma Beltrami contou Sérgio Corrêa se dizia pressionado pelo presidente da CBF, Ricardo Teixeira, para renovar 30% dos árbitros que pertenciam à Fifa. Nesse processo de renovação, Wagner Tardelli, do Rio Grande do Sul, Alicio Pena Júnior, de Minas Gerais, e Beltrami perderiam seus escudos da Fifa.

Segundo Jorge Rabello, a falta de comando e o jogo de interesses geram esse tipo de problema que, infelizmente, tem se tornado constante no futebol nacional. “A arbitragem está exposta porque não tem comando, planejamento e nem critério. Está vulnerável à politicagem. Coloca-se um (árbitro) de cada estado, agradando a todos para se fazer política. Por isso foram colocados árbitros que sequer tinham apitado um jogo de Série A em 2007”, disse o presidente da Coaf-RJ para a Rádio Globo


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