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Futebol

05/12 - 20:32

Pachuca quer apagar vexame do Mundial passado esse ano

No Mundial passado, equipe foi eliminada logo no primeiro jogo contra o Étoile du Sahel por 1 a 0

Trivela.com

SÃO PAULO - Em sua segunda participação consecutiva no Mundial, os Tuzos desejam apagar o papelão feito em 2007. A equipe chegou ao Japão credenciada por um currículo invejável: conquistou dois títulos nacionais e três internacionais em 18 meses. A passagem pelo Japão durou muito menos do que o esperado e deixou um grande gosto de frustração.

Logo no primeiro duelo, o Pachuca encarou o Étoile du Sahel, da Tunísia. Com um desempenho bem abaixo das pretensões iniciais, a equipe mexicana foi derrotada por 1 a 0 e se despediu de forma prematura da competição. Para evitar um novo fiasco, o time espera tirar lições dos erros cometidos no passado para não repeti-los agora.

Mais uma vez, os Tuzos terão pela frente o campeão africano em sua estréia no Mundial. O Al Ahly, papa-títulos continental, deve se preparar para encarar uma equipe com poucas mudanças em relação ao ano passado. O entrosamento e o fato de diversos jogadores terem vivido a experiência de jogar no Japão em 2007 fazem o Pachuca crer em uma apresentação bem melhor do que a anterior.

Os Tuzos também tiveram maior tempo para se preparar física e psicologicamente para a competição. No ano passado, o Pachuca vinha de uma série de 18 meses envolvido em disputas de torneios nacionais e continentais, incluindo viagens longas para cumprir seus compromissos na Copa Sul-Americana. Desta vez, a história foi diferente.

Na Copa dos Campeões da Concacaf, o Pachuca precisou de apenas seis jogos para garantir presença no Mundial – número bem menor do que o favorito Manchester United (13), por exemplo. Os Tuzos foram os primeiros a garantir presença na competição, o que também permitiu todo o tempo necessário para se fazer um planejamento adequado. A equipe ainda respirou aliviada por não se desdobrar em vôos para países sul-americanos. No torneio Apertura, o clube terminou em terceiro lugar em seu grupo, ficando de fora dos mata-matas.

O time conta com duas caras conhecidas do público brasileiro. O zagueiro paraguaio Mansur defendeu o Santos em 2006. No ataque, Christian, com passagens por Internacional, Palmeiras, Grêmio, São Paulo, Corinthians e Portuguesa, fica como opção – ele marcou o gol de número 60 mil da história do futebol mexicano.

O Pachuca aposta suas fichas na força de seu ataque, formado pelos argentinos Giménez e Marioni. Aliás, este último se despedirá dos Tuzos logo depois do Mundial, pois retornará ao Atlas. O torneio servirá como uma chance para ele se despedir do clube em alta, daí a expectativa por boas atuações.

Se realmente aprendeu a lição e se exibir um futebol de qualidade contra o Al Ahly, o Pachuca tem chances de passar pela LDU e provavelmente decidir o título do Mundial contra o Manchester United. Os Tuzos se dizem preparados para surpreender, e desta vez não parece ser uma declaração da boca para fora.

Técnico

Antes de se tornar treinador, Enrique Meza atuou como goleiro do Tigres e encerrou sua carreira em 1976. Como treinador, sua primeira experiência no futebol mexicano foi em 1992, quando trabalhou no Cruz Azul. Após uma passagem pelo Morelia, o técnico foi para o Toros Neza e chamou a atenção ao montar uma equipe baseada em um estilo de jogo ofensivo, sua principal característica até hoje. Em seguida, passou pelo Toluca, no qual ganhou três títulos nacionais.

Seu sucesso logo o levou para a seleção mexicana, mas ele não durou muito tempo no cargo. Em 2006, Meza assumiu o Pachuca e, após um início ruim, construiu uma base sólida para o clube se firmar entre os principais do México e também da Concacaf. Ele é o quarto treinador com mais títulos mexicanos da história.

Como se classificou

Campeão da Copa dos Campeões da Concacaf – eliminou Motagua (0x0, 1x0), DC United (2x0, 1x2) e Saprissa (1x1, 2x1)

Fique de olho

O atacante Bruno Marioni espera se despedir dos Tuzos em grande estilo e levá-los o mais longe possível no Mundial.

Se fosse uma (sub)celebridade, seria...

Mari Alexandre. Tem seus atributos, destaca-se pela linha de frente, mas no fundo não deixa de ser uma pata.

Leia mais sobre: Pachuca Mundial de clubes



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