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Futebol

04/12 - 01:15

Grupo do Internacional tem quatro "multicampeões"
Clemer, Índio, Edinho e Alex conquistaram quatro títulos e escreverem seus nomes na história do time gaúcho

Agência Estado

PORTO ALEGRE - Em pouco mais de dois anos, o Internacional conquistou todos os títulos possíveis a um clube brasileiro fora do País: Copa Libertadores e Mundial de Clubes em 2006, Recopa Sul-Americana em 2007 e Copa Sul-Americana em 2008. Nessas conquistas, o elenco sofreu várias alterações, com a saída das principais estrelas. Mas, com maior ou menor brilho, Clemer, Índio, Edinho e Alex tiveram a honra de participar dos quatro títulos e escreverem seus nomes na história do time gaúcho.

No Internacional desde 2002, Clemer enfrentou dificuldades no início de sua passagem pelo clube. Quase foi rebaixado para Série B em sua primeira temporada e foi contestado em 2003 e 2004 por excesso de falhas. Depois disso, no entanto, firmou-se no clube e virou ídolo dos torcedores com atuações decisivas nos títulos da Libertadores e do Mundial.

Em 2008, inconstante, perdeu espaço no time para Renan e Lauro. Aos 40 anos, terá seu contrato encerrado no final do ano e não deve permanecer no clube. Mas é um dos principais ídolos do Internacional nos últimos anos, com 354 partidas pelo clube e um gol marcado, na final do Campeonato Gaúcho deste ano, nos 8 a 1 contra o Juventude.

Índio, 33 anos, é outro veterano que participou das quatro conquistas internacionais do clube. Contratado em 2005, era reserva imediato de Bolívar. Tornou-se titular absoluto após a conquista da Libertadores em 2006 e a negociação do companheiro para o futebol francês. Manteve a condição mesmo após o retorno de Bolívar.

Apesar de ser zagueiro, já marcou 21 gols pelo Internacional, a maioria deles de cabeça. É peça fundamental nas jogadas de bola parada. Foi assim que fez o segundo gol do Inter no empate por 2 a 2 contra o Grêmio, na primeira fase da Copa Sul-Americana, classificando o time para a etapa seguinte da competição. Em suas 186 partidas, ficou marcado pela entrega e luta em campo como na decisão do Mundial de Clubes quando sofreu um corte na cabeça, após uma cotovelada involuntária de Edinho, e ajudou a parar o temido ataque do Barcelona.

Edinho está no clube desde 2003, participou de 286 partidas e marcou seis gols. Volante de origem, também pode atuar como terceiro zagueiro. Desempenhou tal função nas finais da Libertadores de 2006, atrapalhando as pretensões do São Paulo. Jogador de confiança de Tite, é, aos 25 anos, o capitão de uma das equipes com maior média de idade do futebol brasileiro. Principal responsável por destruir as jogadas adversárias e, por sua garra, é chamado de "Guerreiro Edinho" pelos torcedores do Internacional.

Também presente nas quatro conquistas, Alex é o craque do atual elenco e foi o artilheiro da Copa Sul-Americana, ao lado de Nilmar, com cinco gols. Chegou ao clube em 2004 e, canhoto, se revezava entre a ala-esquerda e o meio-campo. Foi importante nas conquistas da Libertadores, Mundial e Recopa. Mas seu talento explodiu em 2008, quando passou a atuar como meia-atacante, se tornou artilheiro e um dos líderes do grupo.

As boas atuações chamaram a atenção do técnico Dunga, que o convocou para jogos contra Venezuela e Colômbia pelas Eliminatórias da Copa, além do amistoso contra Portugal - o que o impediu de participar do segundo jogo da semifinal da Sul-Americana, contra o Chivas Guadalajara.

Alex participou de 160 jogos e marcou 54 gols pelo Internacional. O mais importante provavelmente foi marcado na Argentina, de pênalti, e deu a vitória por 1 a 0 sobre o Estudiantes na primeira final da Sul-Americana, quebrando uma invencibilidade de 43 partidas do time argentino em seu estádio. Foi decisivo também contra o Boca Juniors, quando marcou os gols da vitória por 2 a 0, em Porto Alegre, e o segundo do triunfo por 2 a 1 na Bombonera. Também foi importante contra o Chivas ao fazer o segundo gol da equipe na vitória por 2 a 0 em Guadalajara, encaminhando a classificação do time para a final.

O meia foi o autor de mais dois gols decisivos nas outras três conquistas do Internacional. Em 2006, abriu o placar da semifinal contra o Libertad, vencida por 2 a 0. No ano passado, fez o primeiro da goleada por 4 a 0 sobre o Pachuca, que garantiu a conquista da Recopa Sul-Americana.


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