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Futebol

21/11 - 12:37, atualizada às 16:24 21/11

Gobbi sonha com Ronaldo e Mano pede respeito ao “Fenômeno”
"Sonhar não é pecado e não é proibido, mas, de concreto, nada tem, e a gente trabalha em cima do time do Corinthians para 2009 sem o Ronaldo"

 

Gazeta Esportiva


SÃO PAULO - A possibilidade de contar com Ronaldo “Fenômeno” no elenco para a próxima temporada segue fervendo os bastidores do Parque São Jorge. Depois de o diretor-técnico Antônio Carlos ter avisado que as portas do clube estavam abertas ao atacante, foi a vez de o vice-presidente de Futebol do clube, Mário Gobbi, confirmar que sonha com o jogador, mesmo sabendo ser muito difícil sacramentar sua contratação.

“É um sonho (contratar Ronaldo). Sonhar não é pecado e não é proibido, mas, de concreto, nada tem, e a gente trabalha em cima do time do Corinthians para 2009 sem o Ronaldo”, avisou o diretor, que rotulou o pentacampeão como um grande projeto de marketing.

“O Ronaldo tem um mundo próprio e foge à regra de um jogador comum. Ele irá jogar aonde quiser jogar. É um grande projeto de marketing, algo que transcende apenas um jogador de futebol e traz consigo uma verdadeira indústria por trás”, opinou o cartola, em sintonia de pensamento com o técnico Mano Menezes.

“O Ronaldo é uma personalidade e o Corinthians é outro mundo do futebol. Quando os dois assuntos se juntam, ganham grandes proporções”, comentou, emendando, na seqüência, qual o real interesse no jantar do presidente Andrés Sanchez com os representantes do jogador. “O objetivo prioritariamente era outro, pois a pessoa também é ligada ao Morais e nossa intenção é permanecer com o jogador', explicou o gaúcho. 

Respeito ao “Fenômeno”: O técnico Mano Menezes negou veementemente que a veiculação sobre a possível contratação de Ronaldo tenha vazado de forma proposital na imprensa para agir como uma “cortina de fumaça” e desviar a atenção dos verdadeiros alvos do Corinthians para 2009.

Segundo o gaúcho, a história do “Fenômeno” no futebol não permite isso. “Ele não foi usado como isca não, pois seria um desrespeito com uma personalidade do futebol brasileiro”, elogiou. “Não acho que temos que falar muito do Ronaldo. Aprendi desde cedo no futebol a separar as conversas do churrasco com as daqui. Não vou falar de um assunto que não existe dentro do Corinthians hoje a não ser por aquele encontro (do presidente com os representantes do jogador)”, concluiu.


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