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Futebol

20/11 - 12:11

Morais desconversa sobre futuro: "Herrera é prioridade"
"Tenho contrato e preciso ser cauteloso, tomar cuidado com o que falo, pois há a possibilidade de voltar para lá", disse

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - Contratado no segundo semestre para dar novo fôlego ao meio-campo do Corinthians, Morais chegou ao Parque São Jorge desacreditado. Afinal, vivia um mau momento com a camisa do Vasco e sofria com a perseguição dos torcedores.

Em pouco tempo de clube, o jogador, que tem contrato com o time do Parque São Jorge até o próximo dia 30 de junho, provou seu valor e se transformou em titular absoluto de Mano Menezes, ora atuando como meia, ora como atacante.

Apesar de estar feliz no Corinthians e de agradecer ao treinador pelo retorno de seu bom futebol, o jogador, cujos direitos federativos estão fixados em US$ 3 milhões, desconversou quando questionado sobre a possibilidade de permanecer na Fazendinha em definitivo após o término de seu empréstimo.

“Eu tive a oportunidade de vir para cá em um momento difícil e fui humilde para aprender e ver que aqui tem um treinador competente e observador. Estou procurando aprender o máximo com ele', elogiou.

"Eles (diretores) estão dando prioridade ao Herrera, que é uma situação importantíssima para o Corinthians. Ainda tenho seis meses para resolver a minha vida", completou, concordando que a permanência do centroavante argentino precisa ser tratada como prioridade pela cartolagem mosqueteira.

Morais também adotou discurso precavido quando abordado sobre um possível retorno ao Vasco, detentor de seus direitos. Mesmo chateado com a forma como deixou São Januário, o jogador preferiu não fechar as portas com o clube de São Januário.

“Tenho contrato e preciso ser cauteloso, tomar cuidado com o que falo, pois há a possibilidade de voltar para lá. Fico triste pela situação que o Vasco está atravessando, mas acho que ainda tem chance (de não cair). A gente pensa um pouco que poderia ter ajudado, mas chegou o momento em que a maioria da torcida não me queria mais: xingava a mim e ao (Antônio) Lopes (treinador). Parecia que o time era só nos dois. Agora eu não posso fazer nada”, finalizou.


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