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15/11 - 22:29

Para René, treinar a saída de ex-corintianos foi determinante

Público que compareceu ao estádio tinha como principais alvos de sua ira Eduardo Ratinho e Everton Santos

Gazeta Esportiva

RIO DE JANEIRO - No primeiro tempo deste sábado, o Fluminense seguiu para os vestiários do Maracanã sob intensas vaias pela derrota parcial para a Portuguesa. O bom público que compareceu ao estádio tinha como principais alvos de sua ira os ex-corintianos Eduardo Ratinho e Everton Santos. Acuado, René Simões repetiu as alterações do treino e saou os dois. Foi o suficiente para virar o jogo e vencer por 3 a 1.

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Sem os dois escolhidos para municiar o ataque pela direita – missão em que ambos falharam –, o Tricolor voltou com Maicon e Tartá. Desta maneira, Júnior César deixou de ser alternativa única pela esquerda e os dois jovens jogadores se tornaram fundamentais. Tudo fruto do que foi feito nas Laranjeiras, segundo o treinador.

“‘Bato’ muito em fazer no treinamento para acontecer no jogo. Estas alterações foram trabalhadas. Na segunda parte do coletivo, coloquei o Maicon e o Tartá. Aí a coisa acaba acontecendo, não precisei ficar gritando feito um louco na beira do gramado”, contou.

O treinador, contudo, procurou minimizar sua influência na conquista de três pontos que aliviaram a vida tricolor na luta contra a volta à Série B. “Quem criou foram os jogadores, mas é óbvio que a gente tem que dar uma contribuição”, disse, contente por ver os resultados de suas mudanças com o empate aos seis minutos do segundo tempo. “Tem esta uma dose de sorte por ter feito o gol logo no início. Se demorasse, ia causar uma ansiedade. Fico satisfeito por eles”.

Apesar de querer partilhar a satisfação com o elenco, René não esconde que acertar em suas mexidas neste sábado se tornou um alívio. O técnico se culpou muito por ter tirado Fabinho na derrota por 1 a 0 sobre o Vasco – após aquele compromisso, o comandante argumentou que a substituição falhou por falta de treino.

“Quando acabou aquele jogo contra o Vasco, saí extremamente aborrecido. Fiquei duas noites sem dormir. Contra o Vasco, tentei uma coisa que não tinha treinado. Falei para os jogadores depois: ‘olha está comigo. Fiz uma coisa que tinha lógica, mas não foi treinada’”, relembrou.


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