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13/11 - 01:14

‘Perseguição’ em Caxias faz Dentinho desfalcar o Corinthians

Atacante ficou marcado por contusão do volante Renan, no primeiro turno, que tirou jogador do resto do campeonato

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - O atacante Dentinho desfalcará o Corinthians contra o Vila Nova, sábado, no Pacaembu. O jogador foi o alvo preferido da marcação do Juventude neste sábado, no estádio Alfredo Jaconi.

Cada vez que tocava na bola, a torcida do time de Caxias do Sul incentivava: “É esse!”.

“Sofri um monte de pancada. Apanhei bastante. Meu corpo está todo dolorido. Não vou jogar contra o Vila Nova para me recuperar para a partida com o Avaí. Agora, o negócio é descansar”, preservou-se Dentinho.

A irritação da equipe do Juventude com o atacante do Corinthians começou em 5 de agosto, na vitória por 2 a 0 do time paulista sobre o gaúcho, no Pacaembu, pelo primeiro turno da Série B do Campeonato Brasileiro. Na ocasião, Dentinho cometeu uma falta dura sobre o volante Renan.

Lauro confirmou a ‘perseguição’ em entrevista concedida no intervalo da partida desta quarta-feira. “Falei para o Dentinho tomar cuidado. Ele tirou três ligamentos do Renan, que até hoje não jogou mais”, reclamou. O atacante se defendeu: “Aquela falta não foi por querer”.

Cusparadas – O técnico Mano Menezes, por sua vez, irritou-se com a declaração de Lauro. “Nossa equipe tomou tapas, apanhou. Houve, inclusive, a confirmação no intervalo de que esse era mesmo o propósito do Juventude. Mas fomos briosos e vamos adquirindo maturidade em circunstâncias como essa”, relevou.

Os corintianos que não entraram em campo também reclamaram da atitude dos gaúchos. Mano chegou a interromper a partida para protestar contra cuspes e arremessos de objetos por parte dos torcedores do Juventude. “É muito difícil estar sofrendo cusparadas no banco de reservas. Não tem algo que humilha mais as pessoas do que isso. Deveria ter uma proteção a mais no banco”, sugeriu.

Apesar das críticas, o gaúcho minimizou os incidentes e defendeu suas origens. “Não é uma circunstância para colocar um Estado contra outro”, ressalvou Mano Menezes.


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