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Futebol

08/11 - 12:39

Para Roth, Grêmio é quem mais se prejudica pelos desfalques

“Mais desequilibrado está o Grêmio. Só numa partida tivemos todo o nosso setor defensivo abalado", disse

Gazeta Esportiva

PORTO ALEGRE - O campeonato por pontos corridos não possui uma final propriamente dita, mas conta com diversas decisões. Uma delas será a partida entre Palmeiras e Grêmio, neste domingo, na qual os dois clubes ainda brigam pelo título do Brasileirão. O Verdão está um ponto atrás o líder São Paulo. O Tricolor está a dois.

Porém, as coincidências dos destinos fizeram com que a “decisão” no Parque Antártica esteja repleta de desfalques pelos dois lados. Para o técnico Celso Roth, os gaúchos serão mais prejudicados.

“Mais desequilibrado está o Grêmio. Só numa partida tivemos todo o nosso setor defensivo abalado”, comentou.

O treinador não pode contar com dois laterais-direito e quatro zagueiros. A solução será escalar o garoto Héverton, do time B – composto por jogadores da equipe júnior – e deslocar o volante Amaral para a defesa, mantendo o 3-5-2.

Apesar das inúmeras ausências e de estar atrás na tabela, o treinador gremista acredita que a situação é contornável. Nem mesmo a obrigação de voltar a vencer fora de casa faz Roth acreditar que esse é a situação mais complicada já enfrentada pelo clube este ano.

“Passamos por momentos mais delicados. A eliminação da Copa do Brasil, do Gauchão. O amistoso com o Avaí, que está subindo para a primeira divisão. Olha só a profecia. Vivemos atualmente um momento superável.”

No campeonato estadual, o Tricolor foi eliminado nas quartas-de-final pelo Juventude. Na Copa do Brasil, o vexame foi diante do Atlético-GO. Ambas as desclassificações foram no Olímpico. A partida diante do Avaí foi a última antes do Brasileirão, e o desempenho desagradou muito – a ponto de o técnico começa o Nacional na corda bamba.

Mesmo que a derrota deixe o Grêmio longe da liderança do campeonato e coloque o time numa situação desconfortável na briga por uma vaga à Libertadores, que parecia certa, o pensamento no Olímpico é que, mesmo se não vencer o Verdão, nada estará perdido. Para o treinador, o derrotado do confronto seguirá vivo na competição.

“Fica mais difícil para o Grêmio. Mas pior para o Palmeiras, que deixa de ganhar em casa. Ainda faltarão quatro jogos, é muita coisa. O campeonato é igual e não pode ficar de uma hora para outra ficar desigual só para um lado”, opinou.

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