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Futebol

06/11 - 15:38

Luxemburgo critica a Copa Sul-Americana e se compara a Muricy
"Tenho mais rodagem e disputei mais competições, mas sou vencedor como ele", disse Luxa, que também explicou a decisão de comentar o jogo do Palmeiras para a TV Globo

Redação iG Esporte com agências


SÃO PAULO - Vanderlei Luxemburgo e Muricy Ramalho são os treinadores mais badalados do futebol brasileiro. Durante a temporada, os comandantes chegaram a trocar farpas, mas agora vivem um clima ameno. Muito bem humorado, o comandante do Palmeiras revelou uma curiosidade ao falar do jeito ranzinza do colega de profissão nas entrevistas.

"Minha mulher acha legal a entrevista do Muricy, ela me chama pra ver e eu digo que não quero assistir", afirmou Luxemburgo, com um largo sorriso no rosto. "Sou um pouco menos ranzinza do que o Muricy", emendou.

Assista ao vídeo da sorridente entrevista de Luxemburgo


Em entrevista à TV Bandeirantes, Luxemburgo já havia usado o bom humor ao comparar seu trabalho ao de Muricy Ramalho. "Depois de mim, o Muricy é o maior técnico do Brasil", disse o comandante alviverde, antes de cair na gargalhada.

Nesta quinta-feira, Luxemburgo comentou com seriedade a sua declaração. "Esse rótulo de melhor ou pior é da imprensa, somos competentes", comparou o técnico do Palmeiras, que descarta qualquer tipo de pressão pelo título no Campeonato Brasileiro para manter a imagem de melhor do país.

"Não tem necessidade de ser melhor ou pior. Tenho mais rodagem que o Muricy, disputei mais competições, mas sou vencedor como ele", finalizou Luxemburgo.

Comentários na Globo

Luxemburgo também se pronunciou, em entrevista coletiva concedida no Palmeiras, sobre o fato de ter comentado o jogo da equipe, contra o Argentinos Juniors, pela Copa Sul-Americana.

"Se eu achasse que não pegaria bem, não teria ido. Mas achei legal ir para explanar alguma idéias e passar uma mensagem aos torcedores, do jogo, de tática e falar também do Brasileiro. Foi um espaço raro que me foi proposto e eu aceitei porque achei que seria vantajoso para o Palmeiras", disse.

Apesar de lamentar a eliminação da competição após a derrota por 2 x 0 em Buenos Aires, o treinador criticou a Copa Sul-Americana: "Ela foi feita fora de hora e só limita a inscrição de 25 atletas. Além disso, precisa ser feito algo que dê motivação, como uma vaga na Copa Libertadores. Se isso acontecer, os clubes vão investir mais e até escalar o seu elenco titular".

O técnico justificou sua permanência no Brasil e a decisão de levar apenas 14 jogadores para a Argentina dizendo que teve três dias "de preparação, de conversa e muito treinamento". "Nosso pensamento está no jogo de domingo, contra o Grêmio, que é decisivo", afirmou.

"Ninguém joga para perder. Por mais que a competição seja menos importante nesse momento, uma derrota sempre vai gerar críticas. A imprensa dá porrada e os torcedores também. Mas era o que tinha que ser feito", disse o técnico do Palmeiras, que está na vice-liderança do Brasileiro, um ponto atrás do São Paulo.

* com Gazeta Esportiva.


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"Depois de mim, o Muricy Ramalho é o maior técnico do Brasil", afirma Vanderlei Luxemburgo

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