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01/11 - 15:03

Elogiado, Márcio Fernandes destaca favoritismo de Luxemburgo

Vanderlei Luxemburgo e Márcio Fernandes travam o primeiro duelo no clássico entre Santos e palemiras deste domingo

Gazeta Esportiva

SANTOS - O clássico entre Santos e Palmeiras, neste domingo, na Vila Belmiro, marca o encontro de dois velhos conhecidos. Vanderlei Luxemburgo e Márcio Fernandes, que trabalharam juntos em duas das três passagens do treinador palmeirense pelo Alvinegro Praiano.

Agora, em lados opostos, os dois travam o primeiro duelo entre ambos nesta partida. Com vantagem para o ‘mestre’, na opinião do ‘aprendiz’.

Apesar da vontade de somar os três pontos, Márcio Fernandes aproveitou para mostrar que aprendeu bem uma das lições de Luxemburgo e tratou de deixar o favoritismo para o Alviverde.

“São duas equipes equilibradas, mas que possuem grandes jogadores, com condições de definir uma partida. O Palmeiras é o favorito, mas estamos subindo de produção. No segundo turno somos o terceiro colocado, junto com o Goiás”, destacou. “Quem estiver mais concentrado sairá com a vitória”, emendou.

Previsões à parte, o comandante alvinegro se mostrou feliz com a avaliação de seu ídolo no seu trabalho. Tido por Luxemburgo como um dos técnicos mais promissores do futebol brasileiro, o santista retribuiu o elogio recebido, enaltecendo as qualidades do palmeirense.

“Todo profissional busca aprender algo com os melhores e comigo não foi diferente. Eu sempre fui um estudioso do futebol e procurei extrair coisas boas dele. Pude acompanhá-lo aqui e tive a felicidade de ter um professor desses”, disse Fernandes.

Auxiliar-técnico de Wanderley Luxemburgo durante um breve período em 2004 e prestes a discutir a sua renovação de contrato com o Peixe, o técnico alvinegro não se incomoda com os boatos sobre um possível retorno do seu adversário deste domingo ao comando do time da Vila Belmiro em 2009.

“Não me preocupo com isso. É claro, que no caso do Wanderley, ele sempre vai ser lembrado pelo que conquistou aqui (dois títulos paulistas e um brasileiro). E não é só no Santos. Em qualquer clube que ele passou, ele deixou a sua marca. Isso não me afeta. Pelo contrário, me serve de estímulo, porque hoje estou num lugar que já foi dele”, ponderou o treinador santista.


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