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Futebol

01/11 - 21:13

Confusão nos Aflitos continua ‘apimentada’ depois do apito final
“Vou pedir a interdição deste lugar. É um absurdo, não pode ter mais jogos aqui. A CBF tem que tomar providência”, disse o presidente rubro-negro Jorge Sampaio

Gazeta Esportiva

RECIFE - Não bastou o árbitro José Henrique de Carvalho dar o apito final para baixar os ânimos no Estádio dos Aflitos. Depois da vitória do Náutico por 1 a 0 sobre o Vitória, o time baiano não conseguiu voltar aos vestiários e acusou a Polícia Militar de Pernambuco de ter borrifado gás de pimenta no espaço reservado ao clube visitante.

“É um absurdo, não pode ter mais jogo aqui”, reclamou ensandecido o presidente rubro-negro Jorge Sampaio. “É uma palhaçada, rapaz! Fomos roubados com um pênalti que não existiu. É um absurdo o que aconteceu aqui”, complementou o dirigente, que viu seu time sair derrotado de campo com um gol de pênalti marcado pelo atacante alvirrubro Felipe.

Irritado na saída do gramado, Sampaio também fez um aviso: “Vou pedir a interdição deste lugar. É um absurdo, não pode ter mais jogos aqui. A CBF tem que tomar providência”, garantiu Sampaio.

A PM pernambucana tratou de desvalorizar o acontecimento de tratou o caso com normalidade. “Eles estão exaltados porque o time perdeu, tem que se entender isso. Não houve gás algum, a polícia não pode entrar nos vestiários”, declarou o Capitão Washington.

Mas a fala do policial pernambucano é mais do que contraditória. Isso porque, no intervalo, o próprio Capitão entrou no vestiário do Vitória e, segundo o técnico Vágner Mancini, decretou voz de prisão ao goleiro Viáfara. A entrada do oficial foi inclusive confirmada pelo policial. “Fomos apenas conversar com o goleiro, mas não houve voz de prisão. Se tivesse acontecido, ele estaria preso”, contradisse-se o capitão.

A tenente Lúcia Helena, que no início do ano se envolveu na prisão de outro atleta no gramado dos Aflitos (o zagueiro André Luís, do Botafogo), minimizou. “O goleiro foi ríspido com o Capitão Washington. Houve apenas um diálogo, um pedido para que ele fosse mais cordial da próxima vez”, declarou a policial,

“Ele é um mentiroso”, acusou o técnico Vagner Mancini. “O policial Washington interrompeu minha preleção no intervalo e deu voz de prisão ao meu atleta. Viemos aqui para jogador futebol”, encerrou o treinador.


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