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30/10 - 13:30

Jogadores do Boca não falam sobre morte de presidente do clube
Fontes ligadas ao técnico Carlos Ischia disseram todos ficaram muito comovidos ao saberem do fato

 

EFE

BUENOS AIRES (Argentina) - Jogadores e comissão técnica do Boca Juniors preferiram não falar à imprensa ao saber da morte de Pedro Pompilio, presidente do clube, que faleceu hoje vítima de um infarto.

A notícia pegou de surpresa o grupo, que treinava no campo junto ao estádio. Fontes ligadas ao técnico Carlos Ischia disseram todos ficaram muito comovidos ao saberem do fato.

Pompilio assumiu a Presidência do clube mais popular do país em 1º de junho, ao vencer as eleições com 75% dos votos. Ele sucedeu no cargo Mauricio Macri, atual prefeito de Buenos Aires.

O mandato do dirigente, cujo projeto mais ambicioso era ampliar o estádio La Bombonera com obras que começariam no mês que vem, terminava em 2011.

O presidente do Boca morreu aos 55 anos. Ele era empresário, proprietário de uma fábrica de celulose, casado e tinha dois filhos.

Pompilio foi o responsável pelo retorno do meia Juan Román Riquelme ao clube, no final de 2007. A contratação, junto ao Villarreal, foi a mais cara na história do futebol argentino.

Ele fez parte do grupo de dirigentes com maior êxito no futebol do país, pelo número de títulos conquistados: "Em 11 anos ganhamos 16 títulos, sendo dez internacionais, e nos tornamos o clube argentino mais vencedor do século, com 12 conquistas. Além disso, fomos a primeira equipe do país a disputar o Mundial de Clubes da Fifa no Japão", comentou Pompilio antes de vencer as eleições.

Julio Comparada, presidente do Independiente de Avellaneda, foi o primeiro dirigente a comentar a morte. "Hoje morreu um homem capaz, um dirigente importante. Todo o futebol argentino está de luto", comentou.


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